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Da Arte popular às culturas populares híbridas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O artigo apresente dois argumentos principais em defesa do Museu de Arte Popular (Lisboa). O primeiro diz que, num quadro em que tudo se tornou susceptível de patrimonialização, faz todo o sentido encarar o MAP como um património que deve ser defendido ou como um museu que deve ser musealizado. O segundo argumento diz que, num quadro em que as culturas populares têm vindo a ser reformatadas a partir de ideias como a hibridez e a criatividade, faz todo o sentido dinamizar o MAP, fazendo dele uma plataforma de diálogo com essas novas formas da cultura popular.
Autores principais:Leal, João
Assunto:Arte Popular Museologia Patrimonialização
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O artigo apresente dois argumentos principais em defesa do Museu de Arte Popular (Lisboa). O primeiro diz que, num quadro em que tudo se tornou susceptível de patrimonialização, faz todo o sentido encarar o MAP como um património que deve ser defendido ou como um museu que deve ser musealizado. O segundo argumento diz que, num quadro em que as culturas populares têm vindo a ser reformatadas a partir de ideias como a hibridez e a criatividade, faz todo o sentido dinamizar o MAP, fazendo dele uma plataforma de diálogo com essas novas formas da cultura popular.