Publicação
Poética literária e poética cinematográfica
| Resumo: | Este artigo enquadra-se num estudo mundial sobre audiências da trilogia The Hobbit cujos resultados serão analisados em 2015-2016. Enquadrando e antecipando essa análise dos resultados, o artigo introduz uma das questões de pesquisa: se (e como) é a relação dos espetadores com a adaptação cinematográfica de Peter Jackson marcada pela sua leitura anterior dessa obra literária de J.R.R. Tolkien. Apresentando pesquisa anterior relativa à adaptação ao cinema da obra O Senhor dos Anéis, do mesmo autor, e a resposta das audiências a essa trilogia, o artigo confronta a relação da literatura com o cinema, entre a posição tolkieana expressa no ensaio On Fairy-Stories (1938-39) e no conto Leaf by Niggel (1947), por um lado, e as novas possibilidades proporcionadas pelas tecnologias cinematográficas digitais, por outro. |
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| Autores principais: | Sousa, Vanda |
| Outros Autores: | Ponte, Maria Cristina Mendes da |
| Assunto: | Tolkien The Hobbit Contos de fadas Fantástico Poética literária Poética cinematográfica Cinema digital Audiências de cinema |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Este artigo enquadra-se num estudo mundial sobre audiências da trilogia The Hobbit cujos resultados serão analisados em 2015-2016. Enquadrando e antecipando essa análise dos resultados, o artigo introduz uma das questões de pesquisa: se (e como) é a relação dos espetadores com a adaptação cinematográfica de Peter Jackson marcada pela sua leitura anterior dessa obra literária de J.R.R. Tolkien. Apresentando pesquisa anterior relativa à adaptação ao cinema da obra O Senhor dos Anéis, do mesmo autor, e a resposta das audiências a essa trilogia, o artigo confronta a relação da literatura com o cinema, entre a posição tolkieana expressa no ensaio On Fairy-Stories (1938-39) e no conto Leaf by Niggel (1947), por um lado, e as novas possibilidades proporcionadas pelas tecnologias cinematográficas digitais, por outro. |
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