Publicação

Morrer em Xelb: Estudo da Arqueologia Funerária da necrópole islâmica inumada na Rua Gregório Nunes Mascarenhas Neto e Rua Nova dos Carmos, Silves

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O estudo do período islâmico em Portugal espoletou apenas há cerca de 30 anos. O aumento do número de escavações, seja através da arqueologia de salvaguarda, seja através de projetos de investigação, têm permitido o estudo mais completo de um período tão extenso e que tanta influência deixou no nosso país. Ao longo deste trabalho tentou-se aprofundar este conhecimento numa cidade que esteve sob domínio islâmico durante cinco séculos, Silves. Estudou-se uma necrópole islâmica do ponto de vista da antropologia biológica e da arqueologia, de modo a responder à questão sobre os motivos que levaram uma comunidade islamizada a inumar os seus defundos no interior das muralhas da Almedina. Os 31 indivíduos exumados na Rua Gregório Nunes Mascarenhas Neto e na Rua Nova dos Carmos foram estudados, a matriz estratigráfica da intervenção arqueológica de 2011 foi feita e alguns materiais arqueológicos inorgânicos foram analisados, muito embora o estado de fragmentação tenha impedido datação fina.
Autores principais:Ribeiro, Cheila Magalhães
Assunto:Arqueologia da Morte Archeology of death Arqueologia islâmica Islamic archaeology Idade Média Middle Ages Algarve Maqbara
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso embargado
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O estudo do período islâmico em Portugal espoletou apenas há cerca de 30 anos. O aumento do número de escavações, seja através da arqueologia de salvaguarda, seja através de projetos de investigação, têm permitido o estudo mais completo de um período tão extenso e que tanta influência deixou no nosso país. Ao longo deste trabalho tentou-se aprofundar este conhecimento numa cidade que esteve sob domínio islâmico durante cinco séculos, Silves. Estudou-se uma necrópole islâmica do ponto de vista da antropologia biológica e da arqueologia, de modo a responder à questão sobre os motivos que levaram uma comunidade islamizada a inumar os seus defundos no interior das muralhas da Almedina. Os 31 indivíduos exumados na Rua Gregório Nunes Mascarenhas Neto e na Rua Nova dos Carmos foram estudados, a matriz estratigráfica da intervenção arqueológica de 2011 foi feita e alguns materiais arqueológicos inorgânicos foram analisados, muito embora o estado de fragmentação tenha impedido datação fina.