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Casas (pós-)rurais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Extraído de um estudo mais amplo sobre expressões arquitetónicas em aldeias portuguesas no último século, este working paper aborda discursos e práticas de construção e usos de moradias desde meados dos anos 70’s até ao presente etnográfico. A partir de um caso de estudo multisituado – Portugal-Ourém / França-Vale do Marne, acompanhamos a trajetória profissional, familiar e social de residentes e (re)emigrantes, a qual reflete transformações significativas nas relações dos indivíduos com os campos, ao mesmo tempo que transmite a reprodução parcial de imagens de portugalidade em França. Nos anos 70 os (ex-) emigrantes portugueses importaram de França a “casa emigrante”, hoje, os (re)migrantes portugueses exportam para França a “casa portuguesa”. A casa e/imigrante – erguida em Portugal e em França – é o referente desta discussão. Serve como barómetro de recomposições identitárias nos “portugueses de França”, associadas a fenómenos de globalização, transnacionalismo, emblematização do popular e hibridismo.
Autores principais:Saraiva, Ana
Assunto:Emigração ransnacionalismo arquitetura popular hibridez
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:working paper
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Extraído de um estudo mais amplo sobre expressões arquitetónicas em aldeias portuguesas no último século, este working paper aborda discursos e práticas de construção e usos de moradias desde meados dos anos 70’s até ao presente etnográfico. A partir de um caso de estudo multisituado – Portugal-Ourém / França-Vale do Marne, acompanhamos a trajetória profissional, familiar e social de residentes e (re)emigrantes, a qual reflete transformações significativas nas relações dos indivíduos com os campos, ao mesmo tempo que transmite a reprodução parcial de imagens de portugalidade em França. Nos anos 70 os (ex-) emigrantes portugueses importaram de França a “casa emigrante”, hoje, os (re)migrantes portugueses exportam para França a “casa portuguesa”. A casa e/imigrante – erguida em Portugal e em França – é o referente desta discussão. Serve como barómetro de recomposições identitárias nos “portugueses de França”, associadas a fenómenos de globalização, transnacionalismo, emblematização do popular e hibridismo.