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O jornalismo de proximidade na televisão nacional: o caso da SIC

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório de estágio tem como objetivo perceber que jornalismo de proximidade se faz na televisão nacional, em particular na SIC. Optou-se por usar o termo “proximidade” associado à informação sobre determinado local, pois embora esta seja feita com maior incidência nos média de distribuição regional e/ou local (como são vulgarmente conhecidos), também os média nacionais a fazem. Para tentar discutir se a cobertura aos assuntos de proximidade descentralizados é suficiente neste canal de tele-visão, utiliza-se uma metodologia mista, que resulta na análise de um mês estruturado aos seus dois principais noticiários, o Primeiro Jornal e Jornal da Noite. No total foram observados 1501 conteúdos e concluiu-se que, destes, 19% eram de proximidade fora do distrito de Lisboa. Embora se tenha consciência de que, num órgão de comunicação social nacional a fatia atribuída à proximidade nunca poderá ser igual à atribuída à naci-onal, conclui-se que menos de um quinto poderá não ser suficiente. Na maioria dos ca-sos, os temas de proximidade abordados são de sociedade e referem-se a festividades e tradições, ou casos de polícia e justiça. À política e à economia locais atribui-se muito pouco espaço, o que não deixa margem para a mediatização das elites do poder descen-tralizado.
Autores principais:Borges, Cristiana Marques Custódio
Assunto:Jornalismo televisivo SIC Jornalismo de proximidade Televisão nacional Proximity Journalism Broadcast journalism National television
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O presente relatório de estágio tem como objetivo perceber que jornalismo de proximidade se faz na televisão nacional, em particular na SIC. Optou-se por usar o termo “proximidade” associado à informação sobre determinado local, pois embora esta seja feita com maior incidência nos média de distribuição regional e/ou local (como são vulgarmente conhecidos), também os média nacionais a fazem. Para tentar discutir se a cobertura aos assuntos de proximidade descentralizados é suficiente neste canal de tele-visão, utiliza-se uma metodologia mista, que resulta na análise de um mês estruturado aos seus dois principais noticiários, o Primeiro Jornal e Jornal da Noite. No total foram observados 1501 conteúdos e concluiu-se que, destes, 19% eram de proximidade fora do distrito de Lisboa. Embora se tenha consciência de que, num órgão de comunicação social nacional a fatia atribuída à proximidade nunca poderá ser igual à atribuída à naci-onal, conclui-se que menos de um quinto poderá não ser suficiente. Na maioria dos ca-sos, os temas de proximidade abordados são de sociedade e referem-se a festividades e tradições, ou casos de polícia e justiça. À política e à economia locais atribui-se muito pouco espaço, o que não deixa margem para a mediatização das elites do poder descen-tralizado.