Publicação
As melodias de Kyrie em fontes portuguesas de cantochão
| Resumo: | Pretende-se com esta tese identificar e apresentar as melodias de Kyrie utilizadas em fontes manuscritas em Portugal até c. 1650 e analisar quer as suas variantes, quer a sua distribuição pelas diferentes tradições litúrgicas. Pretende-se assim clarificar a forma como foi adoptado entre nós o canto de Kyrie do Ordinário da Missa, lançando as bases para o estudo da sua evolução. Por não existir uma listagem onde pudesse encontrar os manuscritos relevantes para esta análise, a investigação para a tese passou inicialmente por uma fase de levantamento de fontes. Foram examinados os manuscritos recolhidos em projectos de digitalização do CESEM assim como fontes de outras entidades (veja-se apêndice A para listagem das fontes). Algumas das fontes possuem textos latinos adicionados ao grego original (tropos) mas que alguns autores consideram estar primitivamente associados às melodias. Para todas as fontes, com ou sem texto latino/tropo, foi elaborada uma tabela de identificação das melodias (veja-se o capítulo II.1 para presença de texto latino e II.2 para os restantes casos). Depois da recolha das melodias nos manuscritos houve uma fase de análise e discussão acerca da música e das suas fontes (capítulo III). Nesta fase pretendeu-se formar uma ideia sobre que melodias eram mais correntes, em que zonas e/ou tradições religiosas essas melodias se encontram e quais não foi possível identificar. Também se teve em conta a categoria da festa associada à melodia, sempre que as fontes a declararem (veja-se a secção III.2). Para uma melhor percepção da utilização e difusão das melodias, foi também criada uma tabela focada no material musical onde se pode perceber quais eram as mais correntes, quais caíram em desuso, quais não estão no catálogo de Melnicki ou no Suplemento hispânico ao Kyriale, quais são raras ou inéditas, antigas ou de introdução recente (veja-se a tabela no apêndice B). |
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| Autores principais: | Crespo, Carla Isabel Pereira |
| Assunto: | Música Antiga Cantochão Kyrie, Monodia Liturgia |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Pretende-se com esta tese identificar e apresentar as melodias de Kyrie utilizadas em fontes manuscritas em Portugal até c. 1650 e analisar quer as suas variantes, quer a sua distribuição pelas diferentes tradições litúrgicas. Pretende-se assim clarificar a forma como foi adoptado entre nós o canto de Kyrie do Ordinário da Missa, lançando as bases para o estudo da sua evolução. Por não existir uma listagem onde pudesse encontrar os manuscritos relevantes para esta análise, a investigação para a tese passou inicialmente por uma fase de levantamento de fontes. Foram examinados os manuscritos recolhidos em projectos de digitalização do CESEM assim como fontes de outras entidades (veja-se apêndice A para listagem das fontes). Algumas das fontes possuem textos latinos adicionados ao grego original (tropos) mas que alguns autores consideram estar primitivamente associados às melodias. Para todas as fontes, com ou sem texto latino/tropo, foi elaborada uma tabela de identificação das melodias (veja-se o capítulo II.1 para presença de texto latino e II.2 para os restantes casos). Depois da recolha das melodias nos manuscritos houve uma fase de análise e discussão acerca da música e das suas fontes (capítulo III). Nesta fase pretendeu-se formar uma ideia sobre que melodias eram mais correntes, em que zonas e/ou tradições religiosas essas melodias se encontram e quais não foi possível identificar. Também se teve em conta a categoria da festa associada à melodia, sempre que as fontes a declararem (veja-se a secção III.2). Para uma melhor percepção da utilização e difusão das melodias, foi também criada uma tabela focada no material musical onde se pode perceber quais eram as mais correntes, quais caíram em desuso, quais não estão no catálogo de Melnicki ou no Suplemento hispânico ao Kyriale, quais são raras ou inéditas, antigas ou de introdução recente (veja-se a tabela no apêndice B). |
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