Publicação
A mídia de um futuro sombrio: um estudo sobre o papel dos veículos de comunicação no imaginário distópico do cinema brasileiro
| Resumo: | Esta dissertação busca investigar a presença de meios de comunicação de massa nas distopias do cinema brasileiro contemporâneo. Toda ficção científica distópica toma para si a missão de compor um universo singular no qual aquela história toma vida. Na caracterização destes cenários inventivos, o espectador é introduzido a pautas políticas, cívicas, artísticas, ambientais, sociais e comportamentais que serão elaboradas ao longo da trama. Ao imaginar um futuro sombrio, filmes deste gênero frequentemente posicionam a televisão, o rádio e o jornal impresso de maneira variada, criativa e estratégica, com o objetivo de evidenciar informações significativas destes universos distópicos, seus personagens e tramas. Aqui analisaremos a inserção destes dispositivos em seis filmes do gênero, lançados entre 2009 e 2019, a fim de compreender as funções narrativas que eles desempenham dentro de cada uma destas ficções cinematográficas. São eles: Recife Frio (Kleber Mendonça Filho, 2009), Batguano (Tavinho Teixeira, 2014), Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós, 2014), Era uma Vez Brasília (2017, Adirley Queirós), Sol Alegria (Tavinho Teixeira, Mariah Teixeira, 2018), Bacurau (Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, 2019). |
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| Autores principais: | Jubilut, Luísa Moretti |
| Assunto: | Cinema brasileiro Distopia Comunicação de massa Média Cinema contemporâneo Brazilian cinema Dystopia Mass communication Media Contemporary cinema |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Esta dissertação busca investigar a presença de meios de comunicação de massa nas distopias do cinema brasileiro contemporâneo. Toda ficção científica distópica toma para si a missão de compor um universo singular no qual aquela história toma vida. Na caracterização destes cenários inventivos, o espectador é introduzido a pautas políticas, cívicas, artísticas, ambientais, sociais e comportamentais que serão elaboradas ao longo da trama. Ao imaginar um futuro sombrio, filmes deste gênero frequentemente posicionam a televisão, o rádio e o jornal impresso de maneira variada, criativa e estratégica, com o objetivo de evidenciar informações significativas destes universos distópicos, seus personagens e tramas. Aqui analisaremos a inserção destes dispositivos em seis filmes do gênero, lançados entre 2009 e 2019, a fim de compreender as funções narrativas que eles desempenham dentro de cada uma destas ficções cinematográficas. São eles: Recife Frio (Kleber Mendonça Filho, 2009), Batguano (Tavinho Teixeira, 2014), Branco Sai, Preto Fica (Adirley Queirós, 2014), Era uma Vez Brasília (2017, Adirley Queirós), Sol Alegria (Tavinho Teixeira, Mariah Teixeira, 2018), Bacurau (Kleber Mendonça Filho, Juliano Dornelles, 2019). |
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