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Jornalismo "Cor-de-Rosa": uma prática jornalística ou não? O caso do Correio da Manhã

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório, elaborado no âmbito da componente não letiva do mestrado em Jornalismo da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH) é o resultado de três meses de estágio na secção Vidas do jornal generalista Correio da Manhã e da investigação académica que proporcionou. Teve como objetivo compreender se o jornalismo “cor de rosa” respeita as normas orientadoras do Código Deontológico do Jornalista vigente em Portugal e outros princípios éticos de forma a poder ser considerado “jornalismo”. Para isso, foi feita uma análise de conteúdo a um corpus de notícias publicadas nessa secção e entrevistas a elementos da redação. O relatório conclui que o jornalismo “cor de rosa” praticado no Correio da Manhã cumpre em geral os princípios éticos da profissão, mas apresenta algumas fragilidades que podem, por vezes, comprometer a sua imagem enquanto marca jornalística.
Autores principais:Figueiredo, Catarina Fonseca Donas Boto
Assunto:Correio da Manhã Jornalismo “cor de rosa” Jornalismo Celebridades Fontes de informação, Valor-notícia Deontologia do jornalismo Ética jornalística Journalism “Celebrity” journalism Celebrities Information sources News values Journalism Deontology Journalism ethics
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O presente relatório, elaborado no âmbito da componente não letiva do mestrado em Jornalismo da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH) é o resultado de três meses de estágio na secção Vidas do jornal generalista Correio da Manhã e da investigação académica que proporcionou. Teve como objetivo compreender se o jornalismo “cor de rosa” respeita as normas orientadoras do Código Deontológico do Jornalista vigente em Portugal e outros princípios éticos de forma a poder ser considerado “jornalismo”. Para isso, foi feita uma análise de conteúdo a um corpus de notícias publicadas nessa secção e entrevistas a elementos da redação. O relatório conclui que o jornalismo “cor de rosa” praticado no Correio da Manhã cumpre em geral os princípios éticos da profissão, mas apresenta algumas fragilidades que podem, por vezes, comprometer a sua imagem enquanto marca jornalística.