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Contributos para a elaboração do plano de conservação preventiva do Museu Oceanográfico D. Carlos I do Aquário Vasco da Gama

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente relatório de estágio vem apresentar o diagnóstico e a avaliação de riscos efectuados nas reservas do Museu Oceanográfico D. Carlos I do Aquário Vasco da Gama, localizado na freguesia do Dafundo, em Oeiras. A inexistência de um plano de conservação preventiva foi um factor determinante para a escolha e pertinência do tema aqui apresentado tendo-se tornando objectivo principal deste trabalho académico a criação de bases que sustentem a futura elaboração do plano que está em falta. O diagnóstico e a avaliação de riscos são antecedidos pela caracterização da envolvente, do próprio edifício e da percentagem de acervo mantido em reserva. A análise aos dez agentes de deterioração (forças físicas, fogo, água, acções criminosas, pragas, poluentes, luz e radiação ultravioleta, temperatura incorrecta, humidade relativa incorrecta e dissociação) permitiu identificar os tipos de risco a que o acervo está sujeito e patologias deles derivadas. Os resultados obtidos ao longo desta avaliação permitiram criar um conjunto de sugestões no âmbito da conservação preventiva para melhorarem as condições de armazenamento do acervo nos espaços de reserva.
Autores principais:Bento, Diana Bacharel Martins
Assunto:Museu Oceanográfico D. Carlos I do Aquário Vasco da Gama Conservação prenventiva Museu Oceanográfico D. Carlos I Aquário Vasco da Gama Conservação Preventiva Avaliação de Risco Oceanographic Museum D. Carlos I Aquarium Vasco da Gama Preventive Conservation Risk Evaluation
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O presente relatório de estágio vem apresentar o diagnóstico e a avaliação de riscos efectuados nas reservas do Museu Oceanográfico D. Carlos I do Aquário Vasco da Gama, localizado na freguesia do Dafundo, em Oeiras. A inexistência de um plano de conservação preventiva foi um factor determinante para a escolha e pertinência do tema aqui apresentado tendo-se tornando objectivo principal deste trabalho académico a criação de bases que sustentem a futura elaboração do plano que está em falta. O diagnóstico e a avaliação de riscos são antecedidos pela caracterização da envolvente, do próprio edifício e da percentagem de acervo mantido em reserva. A análise aos dez agentes de deterioração (forças físicas, fogo, água, acções criminosas, pragas, poluentes, luz e radiação ultravioleta, temperatura incorrecta, humidade relativa incorrecta e dissociação) permitiu identificar os tipos de risco a que o acervo está sujeito e patologias deles derivadas. Os resultados obtidos ao longo desta avaliação permitiram criar um conjunto de sugestões no âmbito da conservação preventiva para melhorarem as condições de armazenamento do acervo nos espaços de reserva.