Publicação
Cartografia de ocupação do solo derivada de imagens de satélite. Caso de Estudo: Município da Humpata. Angola
| Resumo: | A cartografia de uso e ocupação do solo é uma ferramenta de suporte fundamental à prática municipal e de inquestionável valor na análise de um território. As constantes alterações verificadas no uso e ocupação do solo dos territórios tornam necessária a existência de informação precisa e actualizada, para uma gestão eficiente. A inexistência de cartografia actualizada em Angola sobre o uso e a ocupação do solo, e particularmente na província de Huíla, impulsionou a aplicação de uma metodologia com o objectivo de desenvolver cartografia de uso e ocupação do solo com recurso a imagens de satélite de alta resolução e a processamento digital de imagem. A disponibilidade de dados provenientes de sensores remotos associada a técnicas de processamento digital abriu uma nova janela no uso e exploração deste tipo de dados remotos, tornando possível estudar métodos de classificação computacionalmente intensivos e analisar a riqueza espacial e a variabilidade espectral destas imagens. A metodologia proposta tem como base a classificação assistida (supervisionada) de imagens. Recorrendo-se a imagem de alta resolução espacial proveniente do satélite Landsat 8 para os testes realizados no trabalho, visa contribuir para a produção de informação necessária às fases de monitorização, planeamento e gestão do território no município de Humpata, Angola. O resultado deste desenvolvimento foi a criação de uma Carta de Ocupação do Solo para a região de Humpata, cuja abordagem aplicacional realça os benefícios da utilização da Detecção Remota na caracterização da ocupação do solo atendendo ao grau de heterogeneidade e fragmentação do coberto vegetal do município e respectiva distribuição espacial, bem como as vantagens da aquisição e aplicação de dados digitais no apoio às várias acções sobre o território em matéria de ordenamento e gestão territorial. |
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| Autores principais: | Vela, Hervé Pedro |
| Assunto: | Cartografia Ocupação do Solo Classificadores Detecção Remota Gestão do Território Imagem Satélite Landsat Cartography Classifiers Remote Sensing Land Management Satellite Image Land cover |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | A cartografia de uso e ocupação do solo é uma ferramenta de suporte fundamental à prática municipal e de inquestionável valor na análise de um território. As constantes alterações verificadas no uso e ocupação do solo dos territórios tornam necessária a existência de informação precisa e actualizada, para uma gestão eficiente. A inexistência de cartografia actualizada em Angola sobre o uso e a ocupação do solo, e particularmente na província de Huíla, impulsionou a aplicação de uma metodologia com o objectivo de desenvolver cartografia de uso e ocupação do solo com recurso a imagens de satélite de alta resolução e a processamento digital de imagem. A disponibilidade de dados provenientes de sensores remotos associada a técnicas de processamento digital abriu uma nova janela no uso e exploração deste tipo de dados remotos, tornando possível estudar métodos de classificação computacionalmente intensivos e analisar a riqueza espacial e a variabilidade espectral destas imagens. A metodologia proposta tem como base a classificação assistida (supervisionada) de imagens. Recorrendo-se a imagem de alta resolução espacial proveniente do satélite Landsat 8 para os testes realizados no trabalho, visa contribuir para a produção de informação necessária às fases de monitorização, planeamento e gestão do território no município de Humpata, Angola. O resultado deste desenvolvimento foi a criação de uma Carta de Ocupação do Solo para a região de Humpata, cuja abordagem aplicacional realça os benefícios da utilização da Detecção Remota na caracterização da ocupação do solo atendendo ao grau de heterogeneidade e fragmentação do coberto vegetal do município e respectiva distribuição espacial, bem como as vantagens da aquisição e aplicação de dados digitais no apoio às várias acções sobre o território em matéria de ordenamento e gestão territorial. |
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