Publicação
A reescrita do drama Pedro e Inês em Olga Roriz ‐ Intencionalidade e função do gesto simbólico na construção coreográfico‐narrativa
| Resumo: | Pretendemos nesta dissertação de mestrado compreender como e através de que estratégias consegue Olga Roriz (re)construir um drama narrativo. Propomo‐nos compreender o lugar da narrativa que envolve o drama amoroso de D. Pedro e de D. Inês de Castro, definir e caracterizar a natureza e função do gesto simbólico da narrativa coreográfica concebida por Roriz, bem como compreender de que modo se constrói a significação e se dá a comunicação através do gesto e da narrativa. Se Olga Roriz (co)move o público com o drama passional Pedro e Inês, fá‐lo através de uma bem sucedida interpretação do drama, que passa por ela e pelos seus bailarinos. No decurso do meu trabalho, percebi que a coreógrafa se deixa fascinar pela força que as emoções e os gestos simbólicos transportam na sua simplicidade. Na dança, o texto dramático tem a possibilidade de ser recriado, através da acção, transformando‐se num novo drama – o performativo. Para tanto, se exige uma constante actividade interpretativa e a necessidade de ir sempre mais além do que está escrito ou do que foi previamente definido. |
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| Autores principais: | Borges, Joana Cordeiro |
| Assunto: | Reescrita Criação Construção coreográfico‐narrativa Drama Narrativa Acção Interpretação Gesto simbólico Linguagem da dança Estilo de movimento Coreografia Intencionalidade Emoções |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Pretendemos nesta dissertação de mestrado compreender como e através de que estratégias consegue Olga Roriz (re)construir um drama narrativo. Propomo‐nos compreender o lugar da narrativa que envolve o drama amoroso de D. Pedro e de D. Inês de Castro, definir e caracterizar a natureza e função do gesto simbólico da narrativa coreográfica concebida por Roriz, bem como compreender de que modo se constrói a significação e se dá a comunicação através do gesto e da narrativa. Se Olga Roriz (co)move o público com o drama passional Pedro e Inês, fá‐lo através de uma bem sucedida interpretação do drama, que passa por ela e pelos seus bailarinos. No decurso do meu trabalho, percebi que a coreógrafa se deixa fascinar pela força que as emoções e os gestos simbólicos transportam na sua simplicidade. Na dança, o texto dramático tem a possibilidade de ser recriado, através da acção, transformando‐se num novo drama – o performativo. Para tanto, se exige uma constante actividade interpretativa e a necessidade de ir sempre mais além do que está escrito ou do que foi previamente definido. |
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