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O lugar da escrita criativa no desenvolvimento das competências do estudante de língua estrangeira

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A escrita criativa é tão importante como a livre expressão do pensamento e assenta na nossa capacidade artística de criar, o que perdura com as nossas experiências. Ao conseguir escrever criativamente, o estudante de língua estrangeira ultrapassa as fronteiras da sala de aula e torna-se no protagonista da sua aprendizagem. A Prática de Ensino Supervisionada nas disciplinas de Inglês e Espanhol, na qual este relatório se baseia, pretendeu estimular a criatividade nos alunos e incentivar potenciais escritores a deixar fluir a sua imaginação ao longo das linhas. Num trabalho progressivo supervisionado por duas professoras experientes, procurou-se atingir objectivos através dos momentos imprescindíveis de observação, planificação, colaboração e leccionação. Como resultado, aplicou-se a premissa comunicativa de que, para aprender, o indivíduo deve estar directamente envolvido, do que resultou a aprendizagem por tarefas.
Autores principais:Guerreiro, Tiago Daniel Mendes
Assunto:Escrita Criatividade Aprendizagem Comunicativa
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:A escrita criativa é tão importante como a livre expressão do pensamento e assenta na nossa capacidade artística de criar, o que perdura com as nossas experiências. Ao conseguir escrever criativamente, o estudante de língua estrangeira ultrapassa as fronteiras da sala de aula e torna-se no protagonista da sua aprendizagem. A Prática de Ensino Supervisionada nas disciplinas de Inglês e Espanhol, na qual este relatório se baseia, pretendeu estimular a criatividade nos alunos e incentivar potenciais escritores a deixar fluir a sua imaginação ao longo das linhas. Num trabalho progressivo supervisionado por duas professoras experientes, procurou-se atingir objectivos através dos momentos imprescindíveis de observação, planificação, colaboração e leccionação. Como resultado, aplicou-se a premissa comunicativa de que, para aprender, o indivíduo deve estar directamente envolvido, do que resultou a aprendizagem por tarefas.