Publicação
Feridas Coloniais
| Resumo: | O artigo analisa textos de autoria de mulheres afrodescendentes, publicados nas antologias coletivas Djidiu: A Herança do Ouvido (2017) e Volta para a Tua Terra (2021, 2022) para argumentar que: (1) ao lutar contra o “deslocamento” como experiência coletiva, a escrita coletiva participa de um processo de reparação coletivo transnacional para descolonizar formas persistentes de colonialidade de poder e de estar no espaço luso-afro-brasileiro (Mignolo, 2017); (2) elas inscrevem o direito à subjetividade da mulher negra, reescrevendo ativamente narrativas sobre pertença/não-pertença a uma sociedade cujas estruturas têm historicamente sublimado a sua intrínseca pluralidade. |
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| Autores principais: | Rendeiro, Margarida |
| Assunto: | Memória Resistência Rasura Cosmopolitismo Decolonial |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | O artigo analisa textos de autoria de mulheres afrodescendentes, publicados nas antologias coletivas Djidiu: A Herança do Ouvido (2017) e Volta para a Tua Terra (2021, 2022) para argumentar que: (1) ao lutar contra o “deslocamento” como experiência coletiva, a escrita coletiva participa de um processo de reparação coletivo transnacional para descolonizar formas persistentes de colonialidade de poder e de estar no espaço luso-afro-brasileiro (Mignolo, 2017); (2) elas inscrevem o direito à subjetividade da mulher negra, reescrevendo ativamente narrativas sobre pertença/não-pertença a uma sociedade cujas estruturas têm historicamente sublimado a sua intrínseca pluralidade. |
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