Publicação

O Ofício de Defuntos – repertório musicado monódico, em fontes portuguesas, até c. 1700

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Encontramos exemplos do Ofício de Defuntos musicado em Portugal desde o século XIII, a partir do fim da Idade Média e ao longo do Renascimento, em grande medida por causa do surgimento e expansão da chamada «economia de salvação» no século XV, torna-se num dos Ofícios Devocionais mais presentes nas fontes musicadas. Embora possa surgir, materialmente, apenas como uma secção apensa ao Ofício Divino, o seu estudo torna-se premente, não só porque, sob uma perspectiva antropológica e sociológica pode ser visto como um espelho de diferentes vivências com centralidade social, mas também porque, musicalmente apresenta características que são únicas e que nos podem auxiliar num melhor entendimento das fontes em que foi conservado, nomeadamente, na definição de tradições litúrgicas, contribuindo desta forma para a compreensão de um vasto corpus do património nacional.
Autores principais:Chaves, Zuelma Paula Miranda Duarte
Assunto:O Ofício de Defuntos Música Antiga Monodia Paleografia Música Liturgia Office of the Dead Early Music Plainchant Paleography Liturgy Music
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Encontramos exemplos do Ofício de Defuntos musicado em Portugal desde o século XIII, a partir do fim da Idade Média e ao longo do Renascimento, em grande medida por causa do surgimento e expansão da chamada «economia de salvação» no século XV, torna-se num dos Ofícios Devocionais mais presentes nas fontes musicadas. Embora possa surgir, materialmente, apenas como uma secção apensa ao Ofício Divino, o seu estudo torna-se premente, não só porque, sob uma perspectiva antropológica e sociológica pode ser visto como um espelho de diferentes vivências com centralidade social, mas também porque, musicalmente apresenta características que são únicas e que nos podem auxiliar num melhor entendimento das fontes em que foi conservado, nomeadamente, na definição de tradições litúrgicas, contribuindo desta forma para a compreensão de um vasto corpus do património nacional.