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"Arte, outra vez, stôr? Que seca!" - o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística em história

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Durante o seu quotidiano, o ser humano contacta, ainda que involuntariamente, com a Arte. Aquele que se predispõe a entrar em diálogo com ela pode submergir num mundo marcado pelas narrativas da época histórica em que foi produzida, nomeadamente os valores simbólicos, culturais e pelos gostos que marcavam aquela sociedade. Para além desta carga histórica, os objetos artísticos possuem, também, uma dimensão estética que apela aos sentidos e aos sentimentos de cada ser humano. A utilização das Artes Visuais em História revela-se necessária, uma vez que os objetos artísticos podem ser considerados fontes para a construção do conhecimento histórico (possibilitando o desenvolvimento da empatia histórica) e permitem o desenvolvimento da argumentação e da produção de juízos estéticos. O presente Relatório resulta de uma reflexão teórica sobre aspetos da Teoria da Arte, da Estética e da Educação Estética e Artística, e da realização de atividades que promovem o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística, aplicadas durante a Prática de Ensino Supervisionada em História, que teve lugar no Agrupamento de Escolas Monte da Lua – Escola Secundária de Santa Maria, no ano letivo 2019/2020. Com este trabalho, pretende-se analisar a importância que a Arte tem na formação do indivíduo e o contributo das disciplinas de História A e História da Cultura e das Artes para o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística.
Autores principais:Paulino, Miguel Ângelo Gil
Assunto:Artes Visuais História da Arte Estética Juízos Estéticos Educação Estética e Artística Visual Arts Art History Aesthetics Aesthetics Judgements Aesthetic and Artistic Education
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Durante o seu quotidiano, o ser humano contacta, ainda que involuntariamente, com a Arte. Aquele que se predispõe a entrar em diálogo com ela pode submergir num mundo marcado pelas narrativas da época histórica em que foi produzida, nomeadamente os valores simbólicos, culturais e pelos gostos que marcavam aquela sociedade. Para além desta carga histórica, os objetos artísticos possuem, também, uma dimensão estética que apela aos sentidos e aos sentimentos de cada ser humano. A utilização das Artes Visuais em História revela-se necessária, uma vez que os objetos artísticos podem ser considerados fontes para a construção do conhecimento histórico (possibilitando o desenvolvimento da empatia histórica) e permitem o desenvolvimento da argumentação e da produção de juízos estéticos. O presente Relatório resulta de uma reflexão teórica sobre aspetos da Teoria da Arte, da Estética e da Educação Estética e Artística, e da realização de atividades que promovem o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística, aplicadas durante a Prática de Ensino Supervisionada em História, que teve lugar no Agrupamento de Escolas Monte da Lua – Escola Secundária de Santa Maria, no ano letivo 2019/2020. Com este trabalho, pretende-se analisar a importância que a Arte tem na formação do indivíduo e o contributo das disciplinas de História A e História da Cultura e das Artes para o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística.