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As Evidências dos Estados Alterados de Consciência no Registo Arqueológico da Idade Moderna em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde a Pré-História que a humanidade conhece diversos estados de consciência, em particular os estados alterados de consciência, entendendo-se que estes evidenciar-se-ão na cultura material europeia da Idade Moderna. É, neste âmbito cronológico, da maior importância refletir relativamente ao papel expansionista, protagonizado em parte pelo Reino de Portugal, que levou à abrangente divulgação de uma panóplia de substâncias e assimilou certos costumes. Assim, o presente trabalho primazia a conjugação daquilo que se entende como estados alterados de consciência com evidências arqueológicas de cronologia moderna, na tentativa de reconstituir aspetos, por vezes oprimidos, do modus vivendi da sociedade do final do século XV ao século XVIII em Portugal.
Autores principais:Sousa, Miguel Martins de
Assunto:Arqueologia Cognitiva Arqueologia Moderna Portuguesa Cultural Material Estados Alterados de Consciência Substâncias Psicoativas Cognitive Archaeology Portuguese Early Modern Archaeology Altered States of Consciousness Material Culture Psychoactive Substances
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Desde a Pré-História que a humanidade conhece diversos estados de consciência, em particular os estados alterados de consciência, entendendo-se que estes evidenciar-se-ão na cultura material europeia da Idade Moderna. É, neste âmbito cronológico, da maior importância refletir relativamente ao papel expansionista, protagonizado em parte pelo Reino de Portugal, que levou à abrangente divulgação de uma panóplia de substâncias e assimilou certos costumes. Assim, o presente trabalho primazia a conjugação daquilo que se entende como estados alterados de consciência com evidências arqueológicas de cronologia moderna, na tentativa de reconstituir aspetos, por vezes oprimidos, do modus vivendi da sociedade do final do século XV ao século XVIII em Portugal.