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A Nau Nossa Senhora da Luz (1615) no contexto da Carreira da Índia e da Escala dos Açores : uma abordagem histórica-arqueológica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os vestígios arqueológicos da Nossa Senhora da Luz, nau portuguesa naufragada na ilha do Faial em 1615, foram estudados numa perspectiva integrada de análise das fontes arqueológicas e documentais. Os trabalhos aí efectuados permitiram localizar e delimitar o perímetro de deposição dos vestígios do naufrágio, situado à entrada da baía de Porto Pim. Foram identificadas e recuperadas porcelanas, potes, artefactos em liga de cobre, vidro, cauris e pedras de lastro. O estudo das condições de jazida e do espólio permitiu avaliar o estado de conservação dos vestígios e confirmar a sua relação com o naufrágio da Nossa Senhora da Luz. O estudo dos materiais revelou ainda as semelhanças entre estes e os recuperados em sítios relacionados com a rotas marítimas que ligaram a Ásia à Europa em finais do século XVI inícios do XVII.
Autores principais:Bettencourt, José António
Assunto:Nau Nossa Senhora da Luz Vestígios arqueológicos Ilha do Faial (Portugal) Naufrágios Comércio marítimo Naus portuguesas Carreira da Índia
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Os vestígios arqueológicos da Nossa Senhora da Luz, nau portuguesa naufragada na ilha do Faial em 1615, foram estudados numa perspectiva integrada de análise das fontes arqueológicas e documentais. Os trabalhos aí efectuados permitiram localizar e delimitar o perímetro de deposição dos vestígios do naufrágio, situado à entrada da baía de Porto Pim. Foram identificadas e recuperadas porcelanas, potes, artefactos em liga de cobre, vidro, cauris e pedras de lastro. O estudo das condições de jazida e do espólio permitiu avaliar o estado de conservação dos vestígios e confirmar a sua relação com o naufrágio da Nossa Senhora da Luz. O estudo dos materiais revelou ainda as semelhanças entre estes e os recuperados em sítios relacionados com a rotas marítimas que ligaram a Ásia à Europa em finais do século XVI inícios do XVII.