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Definições dos conteúdos do manual de História da 7ª classe do I Ciclo do ensino angolano: proposta da construção de um glossário, numa perspetiva didático-pedagógica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho de projeto estudou-se o manual de História da 7.ª classe do ensino angolano, particularmente o glossário que o manual comporta. Partiu-se do pressuposto de que o género textual glossário e as suas práticas sociais não estão totalmente parametrizadas. Desta feita recorreu-se à definição de género, enquadrada na linguística do texto e do discurso, no sentido de institucionalizar a atividade discursiva deste género e facilitar a análise do trabalho. Por se tratar de um género incluído, a análise dos termos nos diferentes espaços do manual (epitexto e peritexto) foi feita mediante as relações intertextuais propriamente a paratextulidade. Uma vez que o trabalho de projeto é realizado no âmbito da Consultoria e Revisão Linguística, a sua materialização igualmente dependeu dos instrumentos de normalização linguística. Detetou-se inconformidades no glossário relativamente à situação de comunicação, à contextualização entre os espaços peritextual e epitextual, à mudança da classe das palavras e outras. Consequentemente, em forma de contribuição desenvolveu-se uma planificação da organização textual do glossário melhorando alguns elementos deste instrumento do manual em estudo. Na conclusão do projeto adiantaram-se algumas recomendações ao órgão de tutela da produção dos manuais de ensino em Angola.
Autores principais:Santos, Flávio Jorge de Oliveira dos
Assunto:Glossário Género textual Manual de ensino Angola Linguística Relações intertextuais
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Neste trabalho de projeto estudou-se o manual de História da 7.ª classe do ensino angolano, particularmente o glossário que o manual comporta. Partiu-se do pressuposto de que o género textual glossário e as suas práticas sociais não estão totalmente parametrizadas. Desta feita recorreu-se à definição de género, enquadrada na linguística do texto e do discurso, no sentido de institucionalizar a atividade discursiva deste género e facilitar a análise do trabalho. Por se tratar de um género incluído, a análise dos termos nos diferentes espaços do manual (epitexto e peritexto) foi feita mediante as relações intertextuais propriamente a paratextulidade. Uma vez que o trabalho de projeto é realizado no âmbito da Consultoria e Revisão Linguística, a sua materialização igualmente dependeu dos instrumentos de normalização linguística. Detetou-se inconformidades no glossário relativamente à situação de comunicação, à contextualização entre os espaços peritextual e epitextual, à mudança da classe das palavras e outras. Consequentemente, em forma de contribuição desenvolveu-se uma planificação da organização textual do glossário melhorando alguns elementos deste instrumento do manual em estudo. Na conclusão do projeto adiantaram-se algumas recomendações ao órgão de tutela da produção dos manuais de ensino em Angola.