Publicação
Bike Sharing e Bike Parking Em Cidades Sustentáveis. Caso de Estudo de Cascais
| Resumo: | Os sistemas de bicicletas partilhadas (SBP) demonstram ser uma alternativa viável e muito vantajosa para reduzir o tráfego rodoviário, a poluição e as despesas de manutenção ou aquisição de outros modos de transporte. O primeiro sistema de bike sharing nasce no ano de 1965, em Amesterdão, como um ser- viço público gratuito denominado “The Witte Fietsen”, traduzido para português “Bicicletas Brancas”. Foi um programa curto, que se revelou um insucesso, pois os utilizadores descarta- vam as bicicletas livremente pela cidade, motivando assim o furto, vandalismo e o seu desa- parecimento (Campbell, 2020). Decorridos 55 anos após a criação do primeiro sistema de bike sharing, foram desenvol- vidos novos critérios de implementação destes sistemas que permitem obter um melhor acom- panhamento dos ativos no terreno, nomeadamente os sistemas dock less e docked. À boleia desta nova “trend” dos SBP, aparecem novos conceitos de bike parking, que per- mitem explorar canais que viabilizem uma utilização mais recorrente e segura dos meios de mobilidade de suave, atraindo assim novos nichos de mercado. Pelos dias de hoje enfrentam-se desafios que têm como objetivo identificar a melhor forma de gerir estes meios e promover a sua integração sustentável em escalas cada vez mais globais, através de uma estratégia coesa e planeada a uma escala macro, com pormenores micro, não descurando a interoperabilidade necessária entre os seus diferentes sistemas e de- senhos. Propõe-se assim, desenvolver uma dissertação que estude a evolução dos sistemas de bicicletas partilhadas e quais os diversos processos envolvidos na implementação de um sis- tema gerido por uma autarquia local, com base no caso de estudo de Cascais. |
|---|---|
| Autores principais: | Marquitos, Bruno Freire |
| Assunto: | Mobilidade Sustentável Mobilidade Suave Bike Sharing Bike Parking Estratégia Cascais |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Os sistemas de bicicletas partilhadas (SBP) demonstram ser uma alternativa viável e muito vantajosa para reduzir o tráfego rodoviário, a poluição e as despesas de manutenção ou aquisição de outros modos de transporte. O primeiro sistema de bike sharing nasce no ano de 1965, em Amesterdão, como um ser- viço público gratuito denominado “The Witte Fietsen”, traduzido para português “Bicicletas Brancas”. Foi um programa curto, que se revelou um insucesso, pois os utilizadores descarta- vam as bicicletas livremente pela cidade, motivando assim o furto, vandalismo e o seu desa- parecimento (Campbell, 2020). Decorridos 55 anos após a criação do primeiro sistema de bike sharing, foram desenvol- vidos novos critérios de implementação destes sistemas que permitem obter um melhor acom- panhamento dos ativos no terreno, nomeadamente os sistemas dock less e docked. À boleia desta nova “trend” dos SBP, aparecem novos conceitos de bike parking, que per- mitem explorar canais que viabilizem uma utilização mais recorrente e segura dos meios de mobilidade de suave, atraindo assim novos nichos de mercado. Pelos dias de hoje enfrentam-se desafios que têm como objetivo identificar a melhor forma de gerir estes meios e promover a sua integração sustentável em escalas cada vez mais globais, através de uma estratégia coesa e planeada a uma escala macro, com pormenores micro, não descurando a interoperabilidade necessária entre os seus diferentes sistemas e de- senhos. Propõe-se assim, desenvolver uma dissertação que estude a evolução dos sistemas de bicicletas partilhadas e quais os diversos processos envolvidos na implementação de um sis- tema gerido por uma autarquia local, com base no caso de estudo de Cascais. |
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