Publicação
Mulheres e Fabricantes - Resistência Operária em Almada
| Resumo: | Na presente investigação analisa-se, a partir de um contexto industrial clássico - o concelho de Almada na décadas de 30 e 40 do século XX - formas de resistência operária feminina que decorrem no período de construção e consolidação do Estado Novo e do regime corporativo. Em termos gerais analisam-se dois tipos de resistência que, embora se diferenciem, não se excluem e que são a “resistência quotidiana” e os “momentos épicos de revolta e confronto público”. Inscrevendo-se num cruzamento disciplinar entre as questões de Género e os Movimentos Sociais, procurar-se-á entender a forma como estas mulheres accionam diferentes gramáticas de acção reivindicativa, inscrevendo as suas práticas numa “cultura de resistência” mais lata em termos de subordinação de classe e de género. |
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| Autores principais: | Ferreira, Sónia Sofia de Sousa Alves |
| Assunto: | Movimentos Sociais Género Resistência Memória Antropologia História Social Movements Gender Resistance Memory Anthropology History |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Na presente investigação analisa-se, a partir de um contexto industrial clássico - o concelho de Almada na décadas de 30 e 40 do século XX - formas de resistência operária feminina que decorrem no período de construção e consolidação do Estado Novo e do regime corporativo. Em termos gerais analisam-se dois tipos de resistência que, embora se diferenciem, não se excluem e que são a “resistência quotidiana” e os “momentos épicos de revolta e confronto público”. Inscrevendo-se num cruzamento disciplinar entre as questões de Género e os Movimentos Sociais, procurar-se-á entender a forma como estas mulheres accionam diferentes gramáticas de acção reivindicativa, inscrevendo as suas práticas numa “cultura de resistência” mais lata em termos de subordinação de classe e de género. |
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