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O Feedback Corretivo à Produção Escrita em sala de aula

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nesta investigação-ação propomo-nos analisar e demonstrar como o feedback corretivo pode ser incluído nas atividades de produção escrita na sala de aula de Língua Estrangeira e como estas atividades poderão ser planificadas para serem tão breves ou tão extensas quanto o produto final pretendido, recorrendo a estratégias diversificadas e critérios de correção e avaliação adaptados ao nível de proficiência do aluno, usando diferentes suportes. Escrever envolve competências específicas que requerem prática e treino, devendo o texto constituir objeto de várias revisões e de reescrita. Escrever não é apenas um produto senão também um processo, portanto, sujeito a melhoramentos e revisões, sob orientação do professor. A avaliação não deve, por isso, ser encarada como uma atividade de mera correção e classificação mas, mais do que isso, deve constituir, para o aluno, uma oportunidade de (re)conhecer e aprender a superar as suas próprias dificuldades nos processos de ensino e de aprendizagem, promovendo autonomia e pensamento crítico.
Autores principais:Pinéu, Adélia Joana dos Santos
Assunto:Ensino de inglês Sala de aula Escrita Produção escrita Processo Produto Correção Feedback corretivo (FC) Avaliação formativa Escrita cooperativa Written production Process Product Correction Correction feedback Formative evaluation Cooperative writing
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Nesta investigação-ação propomo-nos analisar e demonstrar como o feedback corretivo pode ser incluído nas atividades de produção escrita na sala de aula de Língua Estrangeira e como estas atividades poderão ser planificadas para serem tão breves ou tão extensas quanto o produto final pretendido, recorrendo a estratégias diversificadas e critérios de correção e avaliação adaptados ao nível de proficiência do aluno, usando diferentes suportes. Escrever envolve competências específicas que requerem prática e treino, devendo o texto constituir objeto de várias revisões e de reescrita. Escrever não é apenas um produto senão também um processo, portanto, sujeito a melhoramentos e revisões, sob orientação do professor. A avaliação não deve, por isso, ser encarada como uma atividade de mera correção e classificação mas, mais do que isso, deve constituir, para o aluno, uma oportunidade de (re)conhecer e aprender a superar as suas próprias dificuldades nos processos de ensino e de aprendizagem, promovendo autonomia e pensamento crítico.