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Globalização da População. Modelo de Transformação Global. Que Portugal em 2051?
| Resumo: | Os últimos trezentos anos foram marcados por mudanças que transformaram a evolução da população mundial. O que inicialmente se pensava ser um processo restrito a um grupo de países europeus, cedo se tornou um fenómeno global e hoje todos os países, independentemente do seu grau de desenvolvimento económico posicionam-se num estádio d’A Mudança. Neste processo de mudança, a população mundial passa por uma transformação global e encaminha-se para um estádio de Globalização da População. Para este processo de transformação da população estar completo, cada sociedade terá que atravessar três mudanças estruturais: a Globalização Demográfica; a Globalização Económica e a Globalização Política e uma mudança transversal: a mudança na “qualidade das pessoas”. Apenas passando por estas mudanças, será possível à população transmutar da Era da “Quantidade” para a Era da “Qualidade” e alcançar o estádio da Globalização da População. Esta investigação pretende apresentar um Modelo que sistematiza as condicionantes que permitiram esta Transformação Global da População e as consequências deste processo. Só com o conhecimento sobre as etapas da evolução da população é possível separar o que são as tendências naturais da evolução de um sistema demográfico em transição, das tendências reversíveis ou temporárias, e assim conjugar e canalizar esforços em medidas de política de mitigação e adaptação, evitando o “desperdício” dos recursos. É na aplicação deste Modelo de Transformação Global da População à realidade portuguesa que tomamos consciência de que a evolução das suas gentes também ela seguiu uma tendência d’A Mudança… num processo de forças aparentemente casuísticas e invisíveis. Mas é na identificação destas forças que compreendemos que a evolução resulta de um processo bem definido, passível de se traduzir numa “equação de variáveis” (demográficas, económicas e políticas), onde o que muda são os parâmetros (cultura, geografia, história, características socais, religião, recursos naturais e humanos, etc.) que influenciam o ritmo de cada país. Foi o que se procurou traduzir na formulação da Equação fundamental do Modelo: Assim, como será então a população portuguesa em 2051? Quantos e como seremos? Que mudança de paradigma se avizinha para a sociedade portuguesa? Que ferramentas temos ao nosso alcance para mitigar e adaptar esta transição (in)evitável? |
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| Autores principais: | Henriques, Ana Filipa Silva de Castro |
| Assunto: | Unified Growth Theory Envelhecimento; Educação Transição Demográfica Análise Prospetiva Globalização da População Portugal Globalization of Population Demographic Transition Unified Growth Theory Ageing Education Prospective Analysis |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | tese de doutoramento |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Os últimos trezentos anos foram marcados por mudanças que transformaram a evolução da população mundial. O que inicialmente se pensava ser um processo restrito a um grupo de países europeus, cedo se tornou um fenómeno global e hoje todos os países, independentemente do seu grau de desenvolvimento económico posicionam-se num estádio d’A Mudança. Neste processo de mudança, a população mundial passa por uma transformação global e encaminha-se para um estádio de Globalização da População. Para este processo de transformação da população estar completo, cada sociedade terá que atravessar três mudanças estruturais: a Globalização Demográfica; a Globalização Económica e a Globalização Política e uma mudança transversal: a mudança na “qualidade das pessoas”. Apenas passando por estas mudanças, será possível à população transmutar da Era da “Quantidade” para a Era da “Qualidade” e alcançar o estádio da Globalização da População. Esta investigação pretende apresentar um Modelo que sistematiza as condicionantes que permitiram esta Transformação Global da População e as consequências deste processo. Só com o conhecimento sobre as etapas da evolução da população é possível separar o que são as tendências naturais da evolução de um sistema demográfico em transição, das tendências reversíveis ou temporárias, e assim conjugar e canalizar esforços em medidas de política de mitigação e adaptação, evitando o “desperdício” dos recursos. É na aplicação deste Modelo de Transformação Global da População à realidade portuguesa que tomamos consciência de que a evolução das suas gentes também ela seguiu uma tendência d’A Mudança… num processo de forças aparentemente casuísticas e invisíveis. Mas é na identificação destas forças que compreendemos que a evolução resulta de um processo bem definido, passível de se traduzir numa “equação de variáveis” (demográficas, económicas e políticas), onde o que muda são os parâmetros (cultura, geografia, história, características socais, religião, recursos naturais e humanos, etc.) que influenciam o ritmo de cada país. Foi o que se procurou traduzir na formulação da Equação fundamental do Modelo: Assim, como será então a população portuguesa em 2051? Quantos e como seremos? Que mudança de paradigma se avizinha para a sociedade portuguesa? Que ferramentas temos ao nosso alcance para mitigar e adaptar esta transição (in)evitável? |
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