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O Espectro da Globalização Patrimonial

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Resumo:Ensaio sobre processos localizados de tradução e de implementação da norma internacional para a Salvaguarda da Património Cultural Imaterial (UNESCO 2003), com um enfoque nas "fricções criativas" (Tsing 2005) e adaptações que resultam das aspirações universais da norma e da diversidade das interpretações que lhes são dadas. Elabora-se aqui uma recensão crítica de um conjunto de casos de estudo apresentados no painel "UNESCO frictions: the social lives of international heritage norms”, coordenado por Chiara Bortolotto na 4.ª Conferencia Bianual da "Association of Critical Heritage Studies" (Universidade de Zheijian, Hangzhou, China). Partindo dos diferentes processos localizados de intepretação e implementação da norma internacional, propõe-se ainda um caminho para futuras abordagens: o potencial de uma "museologia ativa" na mediação de processos de construção patrimonial, promovendo um paradigma participativo que dê voz a grupos sociais auto-determinados.
Autores principais:Antunes, Pedro
Assunto:Intangible Cultural Heritage Museology Património Património Cultural Imaterial UNESCO Heritage frictions Critical heritage studies estudos críticos do património ACHS
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Ensaio sobre processos localizados de tradução e de implementação da norma internacional para a Salvaguarda da Património Cultural Imaterial (UNESCO 2003), com um enfoque nas "fricções criativas" (Tsing 2005) e adaptações que resultam das aspirações universais da norma e da diversidade das interpretações que lhes são dadas. Elabora-se aqui uma recensão crítica de um conjunto de casos de estudo apresentados no painel "UNESCO frictions: the social lives of international heritage norms”, coordenado por Chiara Bortolotto na 4.ª Conferencia Bianual da "Association of Critical Heritage Studies" (Universidade de Zheijian, Hangzhou, China). Partindo dos diferentes processos localizados de intepretação e implementação da norma internacional, propõe-se ainda um caminho para futuras abordagens: o potencial de uma "museologia ativa" na mediação de processos de construção patrimonial, promovendo um paradigma participativo que dê voz a grupos sociais auto-determinados.