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A circulação nos paços portugueses no século XVI

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com a presente dissertação pretendemos identificar as lógicas de circulação e compartimentação dos paços portugueses durante a vigência da dinastia Avis-Beja, entre os reinados de D. Manuel (1495-1521) e D. Henrique (1578-1580), assim como aferir, sempre que possível, de que forma estes se relacionam com o panorama cultural e social quinhentista. Na primeira parte começa-se por problematizar a forma como as estruturas residenciais se relacionam com vários tipos de espaços exteriores e como se processava o acesso a um paço. Daí parte-se para a análise tanto dos dispositivos de circulação vertical e horizontal, como dos percursos que eles criam. De igual forma, procurar-se-á confrontar estes dispositivos com tipologias já estudadas por outros autores. A segunda parte associa o anterior estudo dos aspectos morfológicos ao das suas utilizações. Analisa-se o que decorria nos espaços, quem a eles acedia e de que forma estes aspectos se relacionaram com o protocolo cortesão, tanto na normalidade do dia-a-dia como em cerimónias excepcionais.
Autores principais:Apóstolo, Manuel Pereira Rico
Assunto:Arquitectura civil Tardo-gótico Manuelino Renascimento Palácio Architecture Late-gothic Early-modern Renaissance Palace Manor house Tower house
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Com a presente dissertação pretendemos identificar as lógicas de circulação e compartimentação dos paços portugueses durante a vigência da dinastia Avis-Beja, entre os reinados de D. Manuel (1495-1521) e D. Henrique (1578-1580), assim como aferir, sempre que possível, de que forma estes se relacionam com o panorama cultural e social quinhentista. Na primeira parte começa-se por problematizar a forma como as estruturas residenciais se relacionam com vários tipos de espaços exteriores e como se processava o acesso a um paço. Daí parte-se para a análise tanto dos dispositivos de circulação vertical e horizontal, como dos percursos que eles criam. De igual forma, procurar-se-á confrontar estes dispositivos com tipologias já estudadas por outros autores. A segunda parte associa o anterior estudo dos aspectos morfológicos ao das suas utilizações. Analisa-se o que decorria nos espaços, quem a eles acedia e de que forma estes aspectos se relacionaram com o protocolo cortesão, tanto na normalidade do dia-a-dia como em cerimónias excepcionais.