Publicação
Em casa: visitação ao estigma da doença mental
| Resumo: | O presente projeto de mestrado faz uma reflexão a partir do trabalho de campo elaborado com vista à realização de um documentário etnopsiquiátrico, que se anexa, sobre o quotidiano de uma residência comunitária de doentes mentais onde residem seis mulheres em processo de reabilitação. Pretende-se, através de um objeto visual, perceber como se constituem as suas vivências e relações, o alcance da sua condição estigmatizada e a sua inserção numa comunidade normalizada. Descreve-se o percurso de uma etnopsiquiatria documental, realizada no interior de uma instituição de saúde mental atual, onde se apontam muitas das dimensões intrínsecas à condição de doente mental, às instituições de saúde mental e à própria casa, enquanto elemento agregador destes. O resultado é um objeto visual de 18 minutos, onde, a partir da observação de pequenos gestos, se pode testemunhar a experiência de um doente mental e criar uma reflexão que permita redesenhar uma nova forma de inclusão, participação e agencialidade, dos que habitam dentro e fora da residência. Através de um filme, evidenciam-se as rotinas do espaço mais intimo e primário de qualquer individuo: a casa, e revela-se a norma e o estigma da doença mental pela via da imagem não estigmatizante. |
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| Autores principais: | Ramalho, Marta da Silva |
| Assunto: | Etnopsiquiatria Residência comunitária Documentário Saúde mental Doença mental Inclusão Ethnopsychiatry Estigma Documentary Community residency Mental health Mental illness Stigma Inclusion |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | O presente projeto de mestrado faz uma reflexão a partir do trabalho de campo elaborado com vista à realização de um documentário etnopsiquiátrico, que se anexa, sobre o quotidiano de uma residência comunitária de doentes mentais onde residem seis mulheres em processo de reabilitação. Pretende-se, através de um objeto visual, perceber como se constituem as suas vivências e relações, o alcance da sua condição estigmatizada e a sua inserção numa comunidade normalizada. Descreve-se o percurso de uma etnopsiquiatria documental, realizada no interior de uma instituição de saúde mental atual, onde se apontam muitas das dimensões intrínsecas à condição de doente mental, às instituições de saúde mental e à própria casa, enquanto elemento agregador destes. O resultado é um objeto visual de 18 minutos, onde, a partir da observação de pequenos gestos, se pode testemunhar a experiência de um doente mental e criar uma reflexão que permita redesenhar uma nova forma de inclusão, participação e agencialidade, dos que habitam dentro e fora da residência. Através de um filme, evidenciam-se as rotinas do espaço mais intimo e primário de qualquer individuo: a casa, e revela-se a norma e o estigma da doença mental pela via da imagem não estigmatizante. |
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