Publicação
Professor de línguas: nativo ou não nativo?
| Resumo: | Este relatório de práticas aborda a dicotomia que dá título ao mesmo - professor de línguas, nativo ou não nativo? – a partir de três perspetivas diferentes. Do ponto de vista teórico, analisam-se, definem-se e confrontam-se ideias e conceitos relacionados com o tema. Assim, reflete-se sobre o mito do professor nativo como fenómeno generalizado, dentro do estudo das línguas estrangeiras ou línguas segundas. Explora-se também a noção de variação linguística no contexto da lusofonia, visando indagar se a variedade falada pelo professor de Português língua materna terá alguma incidência no seu desempenho enquanto docente. Numa ótica eminentemente prática, esta dualidade conceptual também surgiu no âmbito da PES, como professora estagiária nativa de Espanhol língua estrangeira e professora estagiária não nativa de Português língua materna, no exercício de mediação entre alunos e conteúdos, numa lógica de investigação/ação. Por último, a variável nativo / não nativo é analisada à luz dos dois recursos metodológicos: um estudo de investigação, envolvendo 84 professores e 316 alunos, que teve como objetivo estudar as crenças que os docentes e os discentes têm sobre a citada variável; um estudo de caso, que contou com a participação de quatro professores e quatro turmas do Ensino Secundário de diferentes centros de estudo. A observação e a interpretação complementar destes três olhares permitiu chegar a uma síntese final em relação ao tema que é objeto de estudo. |
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| Autores principais: | Ramón Rico, Josefa |
| Assunto: | crenças mito do professor nativo professor nativo professor não nativo língua materna língua segunda língua estrangeira variação linguística native teacher native teacher myth non-native teacher mother language second language foreign language language variation beliefs |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Este relatório de práticas aborda a dicotomia que dá título ao mesmo - professor de línguas, nativo ou não nativo? – a partir de três perspetivas diferentes. Do ponto de vista teórico, analisam-se, definem-se e confrontam-se ideias e conceitos relacionados com o tema. Assim, reflete-se sobre o mito do professor nativo como fenómeno generalizado, dentro do estudo das línguas estrangeiras ou línguas segundas. Explora-se também a noção de variação linguística no contexto da lusofonia, visando indagar se a variedade falada pelo professor de Português língua materna terá alguma incidência no seu desempenho enquanto docente. Numa ótica eminentemente prática, esta dualidade conceptual também surgiu no âmbito da PES, como professora estagiária nativa de Espanhol língua estrangeira e professora estagiária não nativa de Português língua materna, no exercício de mediação entre alunos e conteúdos, numa lógica de investigação/ação. Por último, a variável nativo / não nativo é analisada à luz dos dois recursos metodológicos: um estudo de investigação, envolvendo 84 professores e 316 alunos, que teve como objetivo estudar as crenças que os docentes e os discentes têm sobre a citada variável; um estudo de caso, que contou com a participação de quatro professores e quatro turmas do Ensino Secundário de diferentes centros de estudo. A observação e a interpretação complementar destes três olhares permitiu chegar a uma síntese final em relação ao tema que é objeto de estudo. |
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