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Modernidade pós-modernidade e antropologia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com o fim do milênio, as sociedades modernas e em geral a civüização ocidental estão sendo interrogadas desde os mais diversos quadrantes, científicos, sociais, culturais, econômicos e políticos. As questões e os termos que as veiculam não podem ser mais díspares; Enquanto umas se situam na análise nostálgica do retomo às origens, outras irrompem pelos meandros escatológicos da post-história e da metafísica acabada. Fenômenos como o da desagregação social, da uniformização das condutas, do consumo massivo de objectos, de indiferença e incredulidade em valores tidos como universais e perenes... já não são interpretados como simples obstáculos num percurso histórico que vai do fradicional ao moderno indefinido, mas como sintomas dum fim, duma história, da modernidade e da própria inteligibüidade racional; um estado mecânico que se reflecte no vazio do raciocínio.
Autores principais:Casal, Adolfo Yanez
Assunto:Casal Adolfo Yanez
Ano:1992
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Com o fim do milênio, as sociedades modernas e em geral a civüização ocidental estão sendo interrogadas desde os mais diversos quadrantes, científicos, sociais, culturais, econômicos e políticos. As questões e os termos que as veiculam não podem ser mais díspares; Enquanto umas se situam na análise nostálgica do retomo às origens, outras irrompem pelos meandros escatológicos da post-história e da metafísica acabada. Fenômenos como o da desagregação social, da uniformização das condutas, do consumo massivo de objectos, de indiferença e incredulidade em valores tidos como universais e perenes... já não são interpretados como simples obstáculos num percurso histórico que vai do fradicional ao moderno indefinido, mas como sintomas dum fim, duma história, da modernidade e da própria inteligibüidade racional; um estado mecânico que se reflecte no vazio do raciocínio.