Publicação
Uma abordagem para integração de Sistemas de Manufatura num contexto de Indústria 4.0
| Resumo: | Nos últimos anos a mentalidade dos consumidores mudou, sendo cada vez mais exigido produtos customizados. Com estas exigências as empresas foram obrigadas a abdicar de sistemas de produção em massa para sistemas mais flexíveis, inteligentes e dinâmicos. Com o intuito de responder a estas novas exigências, surgiram novos paradigmas e novas tecnologias e assim a Indústria está a caminhar para uma nova revolução. O nome atribuído a esta revolução foi Indústria 4.0 e foca-se em sistemas descentralizados, inteligentes, reconfiguráveis e flexíveis. Um princípio essencial na Indústria 4.0 é a interoperabilidade dos elementos heterogéneos do sistema. Além de mais importante, este princípio é também o mais difícil de garantir, pois existem já imensos dispositivos e softwares com linguagens de comunicação e protocolos definidos e estes são muitas vezes diferentes. Uma solução para garantir a interoperabilidade de todos os elementos heterogéneos num sistema de uma forma standard e genérica, para permitir a escabilidade do mesmo, é a definição e utilização de um Modelo de Dados e de Interfaces Comuns. O trabalho desenvolvido está integrado no âmbito do projeto Horizon 2020 Production harmonizEd Reconfiguration of Flexible Robots and Machinery (H2020 PERFoRM), onde é proposta uma arquitetura que oferece uma infraestrutura e metodologia para implementar a nova geração de sistemas de automação na forma de sistemas distribuídos de automação baseados em cloud, seguindo todos os princípios definidos na Indústria 4.0. O trabalho descrito neste documento contribui para o H2020 PERFoRM com a implementação do Modelo de Dados e Interfaces Comuns, com base nos vários requisitos presentes no projeto, que vai permitir uma troca de informação de forma standard e genérica. É ainda proposta uma implementação preliminar da abordagem geral, de forma a validar o trabalho desenvolvido num ambiente simulado. |
|---|---|
| Autores principais: | Matos, João Pedro da Silva |
| Assunto: | Indústria 4.0 Modelo de Dados Interfaces Standards Interoperabilidade AutomationML |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Nos últimos anos a mentalidade dos consumidores mudou, sendo cada vez mais exigido produtos customizados. Com estas exigências as empresas foram obrigadas a abdicar de sistemas de produção em massa para sistemas mais flexíveis, inteligentes e dinâmicos. Com o intuito de responder a estas novas exigências, surgiram novos paradigmas e novas tecnologias e assim a Indústria está a caminhar para uma nova revolução. O nome atribuído a esta revolução foi Indústria 4.0 e foca-se em sistemas descentralizados, inteligentes, reconfiguráveis e flexíveis. Um princípio essencial na Indústria 4.0 é a interoperabilidade dos elementos heterogéneos do sistema. Além de mais importante, este princípio é também o mais difícil de garantir, pois existem já imensos dispositivos e softwares com linguagens de comunicação e protocolos definidos e estes são muitas vezes diferentes. Uma solução para garantir a interoperabilidade de todos os elementos heterogéneos num sistema de uma forma standard e genérica, para permitir a escabilidade do mesmo, é a definição e utilização de um Modelo de Dados e de Interfaces Comuns. O trabalho desenvolvido está integrado no âmbito do projeto Horizon 2020 Production harmonizEd Reconfiguration of Flexible Robots and Machinery (H2020 PERFoRM), onde é proposta uma arquitetura que oferece uma infraestrutura e metodologia para implementar a nova geração de sistemas de automação na forma de sistemas distribuídos de automação baseados em cloud, seguindo todos os princípios definidos na Indústria 4.0. O trabalho descrito neste documento contribui para o H2020 PERFoRM com a implementação do Modelo de Dados e Interfaces Comuns, com base nos vários requisitos presentes no projeto, que vai permitir uma troca de informação de forma standard e genérica. É ainda proposta uma implementação preliminar da abordagem geral, de forma a validar o trabalho desenvolvido num ambiente simulado. |
|---|