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Governar a Cidade na Europa Medieval

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apesar dos constrangimentos vividos foi possível reunir um conjunto de 19 artigos - apenas um resulta de uma lição apresentada na Escola de Outono - produzidos por 20 investigadores provenientes de Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda e Rússia, cujas apresentações integraram o programa das Jornadas. Todos beneficiaram dos comentários e achegas dos animados debates que as diferentes sessões geraram e dos contributos valorativos dos avaliadores que colaboraram com o desenvolvimento desta obra. Os estudos abrangem predominantemente o espaço peninsular, entendido nas suas distintas unidades políticas cristãs e, ainda que em muito menor grau, o AI-Andalus, sendo que outros incidem sobre paragens mais distantes, como o Magreb, a Inglaterra, a Flandres e Roma. As cronologias trabalhadas privilegiam os séculos finais da Idade Média, algo esperável, uma vez que, para a Península Ibérica, a documentação tardo-medieval cresce em quantidade e qualidade para o estudo de quase todas as temáticas urbanas.
Autores principais:Andrade, Amélia Aguiar
Outros Autores:Andrade, Amélia Aguiar; Silva, Gonçalo Miguel Correia Melo da
Assunto:Cidades Governo Europa Idade Média Governance Towns Europe Middle Ages General Arts and Humanities History Archaeology SDG 4 - Quality Education SDG 11 - Sustainable Cities and Communities
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:idiomas múltiplos
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Apesar dos constrangimentos vividos foi possível reunir um conjunto de 19 artigos - apenas um resulta de uma lição apresentada na Escola de Outono - produzidos por 20 investigadores provenientes de Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda e Rússia, cujas apresentações integraram o programa das Jornadas. Todos beneficiaram dos comentários e achegas dos animados debates que as diferentes sessões geraram e dos contributos valorativos dos avaliadores que colaboraram com o desenvolvimento desta obra. Os estudos abrangem predominantemente o espaço peninsular, entendido nas suas distintas unidades políticas cristãs e, ainda que em muito menor grau, o AI-Andalus, sendo que outros incidem sobre paragens mais distantes, como o Magreb, a Inglaterra, a Flandres e Roma. As cronologias trabalhadas privilegiam os séculos finais da Idade Média, algo esperável, uma vez que, para a Península Ibérica, a documentação tardo-medieval cresce em quantidade e qualidade para o estudo de quase todas as temáticas urbanas.