Publicação
The Feeling Economy in Healthcare
| Resumo: | Imagine uma dor de cabeça que persiste ao longo de vários dias. Decide finalmente ligar para o SNS 24. Desta vez, do outro lado da linha, responde uma voz de um agente de inteligência artificial (IA) em vez de um enfermeiro. - “Há quantos dias se sente assim?” - “Que medicação já tomou?” As habituais questões para despistar o que sente são colocadas de uma forma tão natural que quase se esquece que não é com um humano com quem está a falar. Pode esta realidade estar assim tão próxima em Portugal? Nos últimos anos, a IA tem revolucionado vários sectores e a saúde não é exceção (Han et al., 2022). Desde agilizar processos administrativos até diagnosticar doenças, esta tecnologia é prometida como ter vindo para ficar (Schillaci et al., 2024). Mas conseguirá a IA corresponder à nossa expectativa de conexão interpessoal? Estaremos dispostos a recebê-la de braços abertos, principalmente numa área em que um erro pode revelar-se imperdoável? |
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| Autores principais: | Girão Carrilho, Mariana |
| Assunto: | SDG 3 - Good Health and Well-being |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | póster em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | inglês |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Imagine uma dor de cabeça que persiste ao longo de vários dias. Decide finalmente ligar para o SNS 24. Desta vez, do outro lado da linha, responde uma voz de um agente de inteligência artificial (IA) em vez de um enfermeiro. - “Há quantos dias se sente assim?” - “Que medicação já tomou?” As habituais questões para despistar o que sente são colocadas de uma forma tão natural que quase se esquece que não é com um humano com quem está a falar. Pode esta realidade estar assim tão próxima em Portugal? Nos últimos anos, a IA tem revolucionado vários sectores e a saúde não é exceção (Han et al., 2022). Desde agilizar processos administrativos até diagnosticar doenças, esta tecnologia é prometida como ter vindo para ficar (Schillaci et al., 2024). Mas conseguirá a IA corresponder à nossa expectativa de conexão interpessoal? Estaremos dispostos a recebê-la de braços abertos, principalmente numa área em que um erro pode revelar-se imperdoável? |
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