Publicação
"DiRE-SoNo - Um retrato de colaboração entre intérprete e compositor na DiRE-SoNo
| Resumo: | A colaboração é prática transversal nas diversas áreas artísticas no processo criativo, e vários são os formatos que emergem de uma colaboração. No caso específico da área percussão, o estímulo criativo do compositor pode ser ampliado por um diálogo e interação estreita com um o intérprete, permitindo constantemente desencadear percursos distintos no conhecimento e descoberta, transcendendo limites na forma de tocar e compor enriquecendo reciprocamente ambas posições envolvidas (Dierstein, 2018, Treuting, 2016). Em 1939, John Cage referiu-se à percussão como: «Percussion music is revolution», pela revolução que o instrumento estava a atravessar no início do século XX, e necessidade de experimentação de materiais (Cage, 1961), e Steven Schick refere que a música de percussão revela e amplifica algo fundamental sobre compositor e intérprete envolvidos no processo criativo (Schick, 2006). A evolução da área da percussão beneficiou largamente desta interação e práticas colaborativas para o seu desenvolvimento. Tendo como fundamento o contexto histórico do trabalho desenvolvido na criação de repertório de referência para percussão, esta apresentação pretende expor o trabalho desenvolvido na prática durante um processo colaborativo de criação e exploração, demonstrando várias influências e interações existentes, usando como exemplo o projeto DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço. Será relatado e sistematizado o processo criativo desenvolvido entre intérprete e um coletivo de 5 compositores na criação de nova música para percussão solo, elencando e referindo pontos de interferência dos vários intervenientes. Esta sistematização passa por pontos do trabalho inicial, referentes a primeiros contactos, até à documentação final da obra em formato de partitura e áudio, ou audiovisual. colaboração, performance, percussão, composição. |
|---|---|
| Autores principais: | Dias, João |
| Assunto: | colaboração Performance Percussão Composição |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | A colaboração é prática transversal nas diversas áreas artísticas no processo criativo, e vários são os formatos que emergem de uma colaboração. No caso específico da área percussão, o estímulo criativo do compositor pode ser ampliado por um diálogo e interação estreita com um o intérprete, permitindo constantemente desencadear percursos distintos no conhecimento e descoberta, transcendendo limites na forma de tocar e compor enriquecendo reciprocamente ambas posições envolvidas (Dierstein, 2018, Treuting, 2016). Em 1939, John Cage referiu-se à percussão como: «Percussion music is revolution», pela revolução que o instrumento estava a atravessar no início do século XX, e necessidade de experimentação de materiais (Cage, 1961), e Steven Schick refere que a música de percussão revela e amplifica algo fundamental sobre compositor e intérprete envolvidos no processo criativo (Schick, 2006). A evolução da área da percussão beneficiou largamente desta interação e práticas colaborativas para o seu desenvolvimento. Tendo como fundamento o contexto histórico do trabalho desenvolvido na criação de repertório de referência para percussão, esta apresentação pretende expor o trabalho desenvolvido na prática durante um processo colaborativo de criação e exploração, demonstrando várias influências e interações existentes, usando como exemplo o projeto DiRE-SoNo: Discursos de (R)Evolução do Som no Espaço. Será relatado e sistematizado o processo criativo desenvolvido entre intérprete e um coletivo de 5 compositores na criação de nova música para percussão solo, elencando e referindo pontos de interferência dos vários intervenientes. Esta sistematização passa por pontos do trabalho inicial, referentes a primeiros contactos, até à documentação final da obra em formato de partitura e áudio, ou audiovisual. colaboração, performance, percussão, composição. |
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