Publicação
Trabalhar no Campo da Imagem: A câmara como instrumento de lavoura visual
| Resumo: | Trabalhar no campo da imagem: A câmara como instrumento de lavoura visual é um projeto composto pelo presente texto, no qual se procede a uma reflexão sobre motivos éticos e estéticos no campo da realização cinematográfica, e pela sequência fílmica Tornada, que serve de prova de conceito para a versão final de um filme ainda em rodagem. Nesta versão, pretendo demonstrar a construção de uma metodologia teórico-prática assente no conceito de Atlas, procedendo, para tal, a um mapeamento de imagens visuais, verbais, mentais e sonoras, estáticas ou em movimento, recolhidas num percurso deambulatório de construção de futuro filme. Após uma primeira fase de filmagens, o projeto foi sujeito a um hiato, motivado pela inviabilidade de prosseguir a narrativa em torno da interlocutora original, Márcia Ribeiro. Jovem agricultora, Márcia situava-se entre dois mundos: o trabalho no campo e o canto lírico. Já na segunda fase do projeto, motivado pela necessidade de continuar o meu trabalho, as imagens de um lugar tornam-se sintomas de um outro (novo) começo, no qual a minha atividade cinematográfica é justaposta ao quotidiano da família de Márcia. |
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| Autores principais: | Dinis, Sebastião Casanova |
| Assunto: | Constelação helicoidal Ímanes visuais Lavoura visual Paisagem Método Helical constellation Visual magnets Visual farming Landscape Method |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Trabalhar no campo da imagem: A câmara como instrumento de lavoura visual é um projeto composto pelo presente texto, no qual se procede a uma reflexão sobre motivos éticos e estéticos no campo da realização cinematográfica, e pela sequência fílmica Tornada, que serve de prova de conceito para a versão final de um filme ainda em rodagem. Nesta versão, pretendo demonstrar a construção de uma metodologia teórico-prática assente no conceito de Atlas, procedendo, para tal, a um mapeamento de imagens visuais, verbais, mentais e sonoras, estáticas ou em movimento, recolhidas num percurso deambulatório de construção de futuro filme. Após uma primeira fase de filmagens, o projeto foi sujeito a um hiato, motivado pela inviabilidade de prosseguir a narrativa em torno da interlocutora original, Márcia Ribeiro. Jovem agricultora, Márcia situava-se entre dois mundos: o trabalho no campo e o canto lírico. Já na segunda fase do projeto, motivado pela necessidade de continuar o meu trabalho, as imagens de um lugar tornam-se sintomas de um outro (novo) começo, no qual a minha atividade cinematográfica é justaposta ao quotidiano da família de Márcia. |
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