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Maria Judite de Carvalho: uma escrita de ausência

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Resumo:A presente dissertação tem como objectivo ler e analisar as diferentes expressões de orfandade e ausência, ao longo da obra de Maria Judite de Carvalho (1921-1998); será focada a sua obra ficcional — contos, novelas, romance — para dar conta da transversalidade de determinadas imagens e temáticas, desde o primeiro livro Tanta Gente, Mariana (1959) até Seta Despedida (1995), nas suas narrativas de orfandades e ausências reais, simbólicas e emocionais, marcadas também pela incomunicabilidade do «eu».
Autores principais:Carvalho, Diana Catarina Saraiva de
Assunto:Maria Judite de Carvalho Literatura portuguesa Orfandade Ausência Ficção breve Incomunicabilidade Orphanage Absence Short stories Incommunicability
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:A presente dissertação tem como objectivo ler e analisar as diferentes expressões de orfandade e ausência, ao longo da obra de Maria Judite de Carvalho (1921-1998); será focada a sua obra ficcional — contos, novelas, romance — para dar conta da transversalidade de determinadas imagens e temáticas, desde o primeiro livro Tanta Gente, Mariana (1959) até Seta Despedida (1995), nas suas narrativas de orfandades e ausências reais, simbólicas e emocionais, marcadas também pela incomunicabilidade do «eu».