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Antífonas de Comunhão: Identidade Musical e Litúrgica nas Fontes de Braga e Guimarães do séc. XII ao séc. XVII

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As antífonas de comunhão são o último género do Próprio da Missa, caracterizando-se por uma riqueza melódica ímpar no que concerne os repertórios eucarísticos. Tomando este objeto de estudo como ponto de partida, a Dissertação aqui apresentada pretende discutir as comunhões encontradas em 81 fontes de cantochão do século XII ao século XVII e preservadas nos arquivos e bibliotecas de Braga e de Guimarães, disponibilizando uma das poucas incursões pelas antífonas de comunhão em Portugal. O contexto de Braga assume-se particularmente pertinente, por um lado por ter sido implantado pela primeira vez, na Sé da cidade, o rito romano-franco que, consequentemente, teve um papel importante na difusão do rito pelo restante território português; e por outro, por se acreditar ter mantido a mesma liturgia local por quase um milénio (com pequenas alterações) – desde o séc. XII até ao segundo Concílio do Vaticano no século XX. O cerne da investigação são nove comunhões-antífonas e respetivos textos que, por motivos históricos, apresentam múltiplas melodias para cada um. Deste modo, este estudo propõe desvendar as transformações do cantochão bracarense ao longo dos séculos em foco, nas regiões de Braga e de Guimarães, comparando-as com as conjunturas ibérica e francesa.
Autores principais:Trindade, Inês Nunes
Assunto:Cantochão Antífonas de Comunhão Braga Notação Aquitana Notação Quadrada Plainchant Communion Chants Aquitanian notation Square notation
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:As antífonas de comunhão são o último género do Próprio da Missa, caracterizando-se por uma riqueza melódica ímpar no que concerne os repertórios eucarísticos. Tomando este objeto de estudo como ponto de partida, a Dissertação aqui apresentada pretende discutir as comunhões encontradas em 81 fontes de cantochão do século XII ao século XVII e preservadas nos arquivos e bibliotecas de Braga e de Guimarães, disponibilizando uma das poucas incursões pelas antífonas de comunhão em Portugal. O contexto de Braga assume-se particularmente pertinente, por um lado por ter sido implantado pela primeira vez, na Sé da cidade, o rito romano-franco que, consequentemente, teve um papel importante na difusão do rito pelo restante território português; e por outro, por se acreditar ter mantido a mesma liturgia local por quase um milénio (com pequenas alterações) – desde o séc. XII até ao segundo Concílio do Vaticano no século XX. O cerne da investigação são nove comunhões-antífonas e respetivos textos que, por motivos históricos, apresentam múltiplas melodias para cada um. Deste modo, este estudo propõe desvendar as transformações do cantochão bracarense ao longo dos séculos em foco, nas regiões de Braga e de Guimarães, comparando-as com as conjunturas ibérica e francesa.