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Carta Arqueológica de Oliveira de Frades: Estudo, salvaguarda e valorização do património arqueológico

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No concelho de Oliveira de Frades proliferam vestígios de um passado longínquo, manifestações de um património rico e diversificado, que contribuíram para a humanização da paisagem. Porém, o inventário desse Património está por fazer de modo sistemático e encontra-se ameaçado por diversos fatores (exploração silvícola, circulação de viaturas pesadas, terraplanagens, construção de infraestruturas e desconhecimento da sua existência). A Carta Arqueológica de Oliveira de Frades é assim um documento fundamental para o Plano Diretor Municipal, como ferramenta de arqueologia preventiva no âmbito do ordenamento e planeamento do território. Além de inventário dos sítios arqueológicos, contém uma análise diacrónica do povoamento humano no concelho e propostas de ações de salvaguarda, valorização e divulgação dos mesmos, principalmente ao nível da criação de roteiros temáticos, publicações para o grande público, e renovação da sala de arqueologia do Museu Municipal.
Autores principais:Soares, Filipe Miguel Pinho Brandão
Assunto:Oliveira de Frades Carta Arqueológica Património Arqueológico Salvaguarda Prospeção Archaeological Map Archaeological Heritage Safeguarding Survey
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:No concelho de Oliveira de Frades proliferam vestígios de um passado longínquo, manifestações de um património rico e diversificado, que contribuíram para a humanização da paisagem. Porém, o inventário desse Património está por fazer de modo sistemático e encontra-se ameaçado por diversos fatores (exploração silvícola, circulação de viaturas pesadas, terraplanagens, construção de infraestruturas e desconhecimento da sua existência). A Carta Arqueológica de Oliveira de Frades é assim um documento fundamental para o Plano Diretor Municipal, como ferramenta de arqueologia preventiva no âmbito do ordenamento e planeamento do território. Além de inventário dos sítios arqueológicos, contém uma análise diacrónica do povoamento humano no concelho e propostas de ações de salvaguarda, valorização e divulgação dos mesmos, principalmente ao nível da criação de roteiros temáticos, publicações para o grande público, e renovação da sala de arqueologia do Museu Municipal.