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La città e la fortezza: il caso di Arezzo e delle fortificazioni aretine tra Cinque e Seicento

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O artigo centra-se na história da arquitectura e do urbanismo em Arezzo entre os séculos XVI e XVII. O tema é analisado no contexto das iniciativas promovidas por Florença, no âmbito do programa de construção do estado territorial, tendo em conta o confronto com as estratégias arquitectónicas levadas a cabo pelos pontífices e a corte papal em Roma, capital do Estado Pontíficio. O contributo, desenvolvendo os estudos sobre a actividade de Giuliano e Antonio da Sangallo nos estaleiros das fortificações aretinas (em especial na fortaleza de Arezzo), constitui um aprofundamento sobre o impacto de tais intervenções no planeamento urbano das cidades envolvidas e nos seus programas de renovatio urbis, elaborados a nível central em Florença, em estreito diálogo com as estratégias urbanas lançadas em Roma. A exportação dos projectos dos arquitectos inscritos nas fileiras das magistraturas florentinas, tornou-se explícita nas cidades estudadas através de um processo dialéctico peculiar, no qual a administração central tinha que lidar, por um lado, com os interesses dos magistrados periféricos, atentos às antigas autonomias municipais, e por outro, com os do patriciado local, interessado em autopromover-se por meio da encomenda arquitectónica.
Autores principais:Pepe, Maria Teresa
Assunto:Cidade Arezzo Sangallo Medici City
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:Língua italiana
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:O artigo centra-se na história da arquitectura e do urbanismo em Arezzo entre os séculos XVI e XVII. O tema é analisado no contexto das iniciativas promovidas por Florença, no âmbito do programa de construção do estado territorial, tendo em conta o confronto com as estratégias arquitectónicas levadas a cabo pelos pontífices e a corte papal em Roma, capital do Estado Pontíficio. O contributo, desenvolvendo os estudos sobre a actividade de Giuliano e Antonio da Sangallo nos estaleiros das fortificações aretinas (em especial na fortaleza de Arezzo), constitui um aprofundamento sobre o impacto de tais intervenções no planeamento urbano das cidades envolvidas e nos seus programas de renovatio urbis, elaborados a nível central em Florença, em estreito diálogo com as estratégias urbanas lançadas em Roma. A exportação dos projectos dos arquitectos inscritos nas fileiras das magistraturas florentinas, tornou-se explícita nas cidades estudadas através de um processo dialéctico peculiar, no qual a administração central tinha que lidar, por um lado, com os interesses dos magistrados periféricos, atentos às antigas autonomias municipais, e por outro, com os do patriciado local, interessado em autopromover-se por meio da encomenda arquitectónica.