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Belém e São Bento nas Relações Externas Pós-Coloniais Portuguesas (1976-1982)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho partirá do binómio Europa – África, tentando perceber-se como foram pensadas, implementadas e geridas as relações externas com os países africanos saídos do Império Português que se desmoronava com o 25 de Abril de 1974, numa altura em que “a prioridade das prioridades” da política externa portuguesa era a integração europeia. O nosso país, até por razões geográficas, situa-se entre a África e a Europa (e o Oceano Atlântico). Será o confronto entre a inserção europeia e africana do nosso país que servirá de cenário a este estudo. Procurar-se-á, assim, observar como geriram as autoridades nacionais (sobretudo o Governo e o PR) as relações com as ex-colónias africanas, numa altura em que, como se disse, os "partidos de Governo" (PS, PPD e CDS) priorizavam a adesão às Comunidades Europeia. Ter-se-á, também, em atenção os atritos que terá provocado a gestão da política externa para África entre os governos e o Presidente da República, numa altura em que o Presidente podia (à luz da CRP) e utilizou uma certa margem de manobra no que tocava às relações exteriores (sobretudo no que se referia aos países supra mencionados).
Autores principais:Magalhães, Manuel Campos Robalo Leite de
Assunto:Europa África Política Externa Portuguesa
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Este trabalho partirá do binómio Europa – África, tentando perceber-se como foram pensadas, implementadas e geridas as relações externas com os países africanos saídos do Império Português que se desmoronava com o 25 de Abril de 1974, numa altura em que “a prioridade das prioridades” da política externa portuguesa era a integração europeia. O nosso país, até por razões geográficas, situa-se entre a África e a Europa (e o Oceano Atlântico). Será o confronto entre a inserção europeia e africana do nosso país que servirá de cenário a este estudo. Procurar-se-á, assim, observar como geriram as autoridades nacionais (sobretudo o Governo e o PR) as relações com as ex-colónias africanas, numa altura em que, como se disse, os "partidos de Governo" (PS, PPD e CDS) priorizavam a adesão às Comunidades Europeia. Ter-se-á, também, em atenção os atritos que terá provocado a gestão da política externa para África entre os governos e o Presidente da República, numa altura em que o Presidente podia (à luz da CRP) e utilizou uma certa margem de manobra no que tocava às relações exteriores (sobretudo no que se referia aos países supra mencionados).