Publicação
Crítica e crónica musical de Luís de Freitas Branco na imprensa periódica portuguesa dos anos 1920
| Resumo: | Luís de Freitas Branco (1890-1955) foi perpetuado pela historiografia da música em Portugal enquanto “o introdutor do modernismo musical em Portugal”, ponto de vista possivelmente introduzido por Fernando Lopes-Graça e que se manteve praticamente inquestionado até aos dias de hoje. Freitas Branco destacou-se, de igual modo, como pedagogo, conferencista, divulgador e crítico musical. Enquanto crítico, manteve uma vasta actividade em vários dos periódicos da sua época, depois da sua primeira crítica, ao drama musical Amor de Perdição de João Arroio, publicada a 26 de Março de 1907 no Diário Ilustrado. Tendo em conta a prolífica actividade jornalística de Freitas Branco, o presente artigo foca-se somente nas críticas e crónicas musicais publicadas pelo mesmo na década de 1920, e mais concretamente nos periódicos Diário de Lisboa (1921-1990), e Acção Realista: diário da tarde (1924-26). |
|---|---|
| Autores principais: | Pina, Isabel |
| Assunto: | neoclassicismo nacionalismo Luís de Freitas Branco imprensa periódica vida musical lisboeta |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Luís de Freitas Branco (1890-1955) foi perpetuado pela historiografia da música em Portugal enquanto “o introdutor do modernismo musical em Portugal”, ponto de vista possivelmente introduzido por Fernando Lopes-Graça e que se manteve praticamente inquestionado até aos dias de hoje. Freitas Branco destacou-se, de igual modo, como pedagogo, conferencista, divulgador e crítico musical. Enquanto crítico, manteve uma vasta actividade em vários dos periódicos da sua época, depois da sua primeira crítica, ao drama musical Amor de Perdição de João Arroio, publicada a 26 de Março de 1907 no Diário Ilustrado. Tendo em conta a prolífica actividade jornalística de Freitas Branco, o presente artigo foca-se somente nas críticas e crónicas musicais publicadas pelo mesmo na década de 1920, e mais concretamente nos periódicos Diário de Lisboa (1921-1990), e Acção Realista: diário da tarde (1924-26). |
|---|