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O jornalismo de saúde televisivo e a população portuguesa com mais de 60 anos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação procura analisar a relação da população idosa portuguesa, com 60 ou mais anos, com o jornalismo de saúde televisivo. Para esse efeito, a amostra elegida para estudo foram os alunos de seis Universidades Sénior da Região Oeste: Alfeizerão, Caldas da Rainha, Landal, Nazaré, Pataias e Peniche. A escolha desta amostra está relacionada com o facto de a autora ter pré-definido alguns critérios de seleção dos participantes, tais como “ver noticiários televisivos” e “ter capacidade de raciocínio e aptidão para apreender e compreender a informação” - fatores à partida garantidos, uma vez que se trata de idosos ativos e com a capacidade para estudar na universidade. No total, participaram 147 séniores. Para estudar a vertente do jornalismo de saúde em televisão, a autora optou por entrevistar jornalistas e pivôs que estivessem, de alguma forma, relacionados com a temática da saúde. Dado que o estágio da autora decorreu na “Rádio e Televisão de Portugal” (RTP), todos os jornalistas entrevistados pertenciam – no momento da entrevista – a esta mesma estação televisiva. O objetivo de analisar a relação da população sénior com o jornalismo de saúde em televisão ascende da vontade da autora em querer perceber de que forma é que esta relação é mantida, de que forma é que a mesma se desenvolve e, ainda, quais as consequências que dela advêm.
Autores principais:Carvalho, Catarina Paula Ribeiro Isaac de Jesus
Assunto:Jornalismo Saúde Idosos Televisão Biomediatização contextualização, Noticiários Coprodução Noticiabilidade Health Elderly Journalism Television Biomediatization, Contextualization Newscasts Coproduction
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:A presente investigação procura analisar a relação da população idosa portuguesa, com 60 ou mais anos, com o jornalismo de saúde televisivo. Para esse efeito, a amostra elegida para estudo foram os alunos de seis Universidades Sénior da Região Oeste: Alfeizerão, Caldas da Rainha, Landal, Nazaré, Pataias e Peniche. A escolha desta amostra está relacionada com o facto de a autora ter pré-definido alguns critérios de seleção dos participantes, tais como “ver noticiários televisivos” e “ter capacidade de raciocínio e aptidão para apreender e compreender a informação” - fatores à partida garantidos, uma vez que se trata de idosos ativos e com a capacidade para estudar na universidade. No total, participaram 147 séniores. Para estudar a vertente do jornalismo de saúde em televisão, a autora optou por entrevistar jornalistas e pivôs que estivessem, de alguma forma, relacionados com a temática da saúde. Dado que o estágio da autora decorreu na “Rádio e Televisão de Portugal” (RTP), todos os jornalistas entrevistados pertenciam – no momento da entrevista – a esta mesma estação televisiva. O objetivo de analisar a relação da população sénior com o jornalismo de saúde em televisão ascende da vontade da autora em querer perceber de que forma é que esta relação é mantida, de que forma é que a mesma se desenvolve e, ainda, quais as consequências que dela advêm.