Publicação

As universidades da terceira idade: novas aprendizagens ou centros de convívio

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho insere-se no âmbito do estudo da Terceira Idade portuguesa e de como esta interatua com a língua espanhola nas Universidades da Terceira Idade. Os principais objetivos do estudo foram: conhecer a diferença entre os diversos conceitos de Terceira Idade, estabelecer a diferença existente entre as Universidades da Terceira Idade e os Centros de Convívio, definir a importância e o impacto da aprendizagem ao longo da vida no idoso e explicar a função duma segunda língua, neste caso o espanhol, como um instrumento para interagir com outras culturas. O trabalho foi desenvolvido em duas partes. A primeira parte refere-se à fundamentação teórica do tema a investigar: a Terceira Idade, conjuntamente com a aprendizagem ao longo da vida e as Universidades da Terceira Idade. A Terceira Idade vai ser uma etapa mais da vida do homem, a forma de encarar depende de diversos aspetos em que pode estar inserido o idoso e também das suas condições físicas e mentais. A aprendizagem ao longo da vida permite que os indivíduos obtenham autonomia individual e capacidade para desempenhar a sua vida quotidiana, aprendendo assim em qualquer momento da vida. As Universidades da Terceira Idade são espaços onde decorre o processo de ensino e aprendizagem, onde a diversidade cultural proporciona o intercâmbio de conhecimentos e vivências, onde se consegue retardar o processo do envelhecimento e onde a solidão e o afastamento são palavras que não têm cabimento. A língua espanhola vai proporcionar a Terceira Idade a capacidade de expansão da sua personalidade e do conhecimento de culturas que tenham como língua oficial o espanhol. A segunda parte da investigação apresenta os resultados obtidos depois de aplicado um questionário a 52 alunos matriculados na ULTI e na USILA. Da análise dos resultados surgiram vários aspetos como por exemplo a melhoria da qualidade de vida dos idosos, a aceitação da Terceira Idade como uma etapa mais da vida do homem e o intercâmbio de conhecimentos como uma forma de conviver e interatuar com outros indivíduos pertencentes à mesma geração. A terceira parte apresenta as conclusões obtidas depois de realizado o estudo, conjugando assim todo o contexto teórico com as respostas dadas pelos alunos nos questionários.
Autores principais:Almeida, Marta Sofia Moreira de
Assunto:Terceira Idade Aprendizagem ao longo da vida Universidade da Terceira Idade Aprendizagem duma segunda Língua
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Nova de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório Institucional da UNL
Descrição
Resumo:Este trabalho insere-se no âmbito do estudo da Terceira Idade portuguesa e de como esta interatua com a língua espanhola nas Universidades da Terceira Idade. Os principais objetivos do estudo foram: conhecer a diferença entre os diversos conceitos de Terceira Idade, estabelecer a diferença existente entre as Universidades da Terceira Idade e os Centros de Convívio, definir a importância e o impacto da aprendizagem ao longo da vida no idoso e explicar a função duma segunda língua, neste caso o espanhol, como um instrumento para interagir com outras culturas. O trabalho foi desenvolvido em duas partes. A primeira parte refere-se à fundamentação teórica do tema a investigar: a Terceira Idade, conjuntamente com a aprendizagem ao longo da vida e as Universidades da Terceira Idade. A Terceira Idade vai ser uma etapa mais da vida do homem, a forma de encarar depende de diversos aspetos em que pode estar inserido o idoso e também das suas condições físicas e mentais. A aprendizagem ao longo da vida permite que os indivíduos obtenham autonomia individual e capacidade para desempenhar a sua vida quotidiana, aprendendo assim em qualquer momento da vida. As Universidades da Terceira Idade são espaços onde decorre o processo de ensino e aprendizagem, onde a diversidade cultural proporciona o intercâmbio de conhecimentos e vivências, onde se consegue retardar o processo do envelhecimento e onde a solidão e o afastamento são palavras que não têm cabimento. A língua espanhola vai proporcionar a Terceira Idade a capacidade de expansão da sua personalidade e do conhecimento de culturas que tenham como língua oficial o espanhol. A segunda parte da investigação apresenta os resultados obtidos depois de aplicado um questionário a 52 alunos matriculados na ULTI e na USILA. Da análise dos resultados surgiram vários aspetos como por exemplo a melhoria da qualidade de vida dos idosos, a aceitação da Terceira Idade como uma etapa mais da vida do homem e o intercâmbio de conhecimentos como uma forma de conviver e interatuar com outros indivíduos pertencentes à mesma geração. A terceira parte apresenta as conclusões obtidas depois de realizado o estudo, conjugando assim todo o contexto teórico com as respostas dadas pelos alunos nos questionários.