Publicação
A Felicidade Organizacional dos Docentes mais felizes na função que desempenham do que na organização onde trabalham
| Resumo: | Num país onde menos crianças nascem cada vez mais tarde, fazendo com que a necessidade de haver docentes para as ensinar seja menor, gerando-‐se desemprego neste setor pelas escolas que fecham ou são integradas noutras, ou até pelas alterações legislativas quanto ao número de docentes necessários em cada escola e alunos por turma, importa perceber em que medida os docentes são felizes na organização onde trabalham e na função que desempenham. Através da aplicação do questionário Happiness Works a 136 docentes descobrimos que estes são infelizes organizacionalmente, sendo mais felizes na função que exercem do que no local onde trabalham. Entrevistaram-‐se ainda 6 docentes (3 felizes e 3 infelizes organizacionalmente) que relataram o impacto negativo que certos aspetos da conjuntura atual têm sobre a sua felicidade organizacional: a remuneração, a redução do número de alunos e a gestão dos recursos humanos, devido às constantes mudanças na legislação. Este estudo demonstrou que, apesar de toda a envolvência em que está mergulhada a docência, os objetivos que os docentes devem cumprir são cumpridos. Eles são felizes na função que desempenham por causa dos alunos e por gostarem do que fazem mas o seu empenho não se reflete na remuneração que recebem. |
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| Autores principais: | Gramaxo, Patrícia Leonor |
| Assunto: | Felicidade Felicidade no trabalho Felicidade organizacional |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Nova de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Institucional da UNL |
| Resumo: | Num país onde menos crianças nascem cada vez mais tarde, fazendo com que a necessidade de haver docentes para as ensinar seja menor, gerando-‐se desemprego neste setor pelas escolas que fecham ou são integradas noutras, ou até pelas alterações legislativas quanto ao número de docentes necessários em cada escola e alunos por turma, importa perceber em que medida os docentes são felizes na organização onde trabalham e na função que desempenham. Através da aplicação do questionário Happiness Works a 136 docentes descobrimos que estes são infelizes organizacionalmente, sendo mais felizes na função que exercem do que no local onde trabalham. Entrevistaram-‐se ainda 6 docentes (3 felizes e 3 infelizes organizacionalmente) que relataram o impacto negativo que certos aspetos da conjuntura atual têm sobre a sua felicidade organizacional: a remuneração, a redução do número de alunos e a gestão dos recursos humanos, devido às constantes mudanças na legislação. Este estudo demonstrou que, apesar de toda a envolvência em que está mergulhada a docência, os objetivos que os docentes devem cumprir são cumpridos. Eles são felizes na função que desempenham por causa dos alunos e por gostarem do que fazem mas o seu empenho não se reflete na remuneração que recebem. |
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