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Revolução Farroupilha: a política imperialista no Brasil e a proclamação da República Rio-Grandense

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho consiste em revisão bibliográfica de natureza interdisciplinar que busca analisar o Projeto da Constituição Farroupilha com base em teorias históricas e jurídicas inseridas no contexto da Revolução Farroupilha, um evento celebrado desde sempre como verdadeira epopeia de exaltação aos feitos de seus heróis, tornando-se elemento indissociável da construção identitária do povo sul-rio-grandense e das ações políticas e ideais liberais que permearam o conturbado cenário da época. Tal como outras guerras pelo mundo, esta vem permeada de histórias não contadas, histórias de personagens que se expuseram a grandes riscos na defesa de um ideal, mas que também obtiveram substanciais vantagens, daquelas que somente um conflito de tal magnitude poderia lhes oportunizar. Por sua vez, a comparação do projeto constitucional farroupilha com o texto da Carta Imperial brasileira outorgada por D. Pedro I em 1824, possibilita a exposição de eventuais contradições entre o discurso revolucionário e aquilo que foi de fato proposto na prática legislativa da recém-nascida República Rio-Grandense.
Autores principais:Júnior, Gilberto Alves de Carvalho
Assunto:Revolução Farroupilha Guerra dos Farrapos; Projeto Constitucional Rio-Grandense República Rio-Grandense Separatismo Direito
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade Portucalense
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade Portucalense
Descrição
Resumo:O presente trabalho consiste em revisão bibliográfica de natureza interdisciplinar que busca analisar o Projeto da Constituição Farroupilha com base em teorias históricas e jurídicas inseridas no contexto da Revolução Farroupilha, um evento celebrado desde sempre como verdadeira epopeia de exaltação aos feitos de seus heróis, tornando-se elemento indissociável da construção identitária do povo sul-rio-grandense e das ações políticas e ideais liberais que permearam o conturbado cenário da época. Tal como outras guerras pelo mundo, esta vem permeada de histórias não contadas, histórias de personagens que se expuseram a grandes riscos na defesa de um ideal, mas que também obtiveram substanciais vantagens, daquelas que somente um conflito de tal magnitude poderia lhes oportunizar. Por sua vez, a comparação do projeto constitucional farroupilha com o texto da Carta Imperial brasileira outorgada por D. Pedro I em 1824, possibilita a exposição de eventuais contradições entre o discurso revolucionário e aquilo que foi de fato proposto na prática legislativa da recém-nascida República Rio-Grandense.