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Valorizar para conservar: a obra de Henrique Moreira no Porto e em Gaia

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Resumo:O património cultural potencializa a investigação de elementos diferenciadores para a sua conservação, enquanto recurso endógeno e potência a geração de riqueza económico-social. Desenvolvido no âmbito do Mestrado em Património Artístico, Conservação e Restauro, na Universidade Portucalense, esta investigação pretende justificar a conservação patrimonial pela valorização aplicada às obras do escultor Henrique Moreira, promovendo a sua discussão e reflexão a nível social e académico. Foi identificado o acervo patrimonial material e imaterial do escultor nas cidades do Porto (346 obras) e Gaia (11 obras) e desenvolvida uma metodologia que permitiu a justificação e praticabilidade da problemática apresentada: o porquê de valorizar para conservar. A metodologia foi desenvolvida através de: i) entrevistas, ii) inventários, que permitiram agrupar as obras do escultor em tipologias e categorias e, iii) levantamento do estado de conservação de obras selecionadas. Partindo dos resultados obtidos, foi definida uma proposta de valorização para a conservação das obras do “escultor da cidade do Porto”, sendo que a maioria dos grandes monumentos e estátuas da cidade do Porto são da autoria de Henrique Moreira, assente em três pilares: memória, sustentabilidade e emoção. Os resultados obtidos com esta investigação reforçam a necessidade da definição de uma estratégia de turismo cultural, a curto prazo, conjugada com uma linha de educação patrimonial dedicada a aproximar as várias faixas etárias ao património cultural, associado ao escultor Henrique Moreira. Como fonte inesgotável de aprendizagem, este património possibilitará uma constante interação da comunidade com as empresas municipais, empresas privadas e com todo o meio natural envolvente indissociável desse mesmo património, bem como a integração e adaptação da metodologia desenvolvida a outros autores ou contextos geográficos.
Autores principais:Martins, Ana
Outros Autores:Fragata, Ana; Silva, Fátima Matos; Freitas, Isabel Vaz de
Assunto:Património Conservação Valorização Memória Henrique Moreira
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade Portucalense
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade Portucalense
Descrição
Resumo:O património cultural potencializa a investigação de elementos diferenciadores para a sua conservação, enquanto recurso endógeno e potência a geração de riqueza económico-social. Desenvolvido no âmbito do Mestrado em Património Artístico, Conservação e Restauro, na Universidade Portucalense, esta investigação pretende justificar a conservação patrimonial pela valorização aplicada às obras do escultor Henrique Moreira, promovendo a sua discussão e reflexão a nível social e académico. Foi identificado o acervo patrimonial material e imaterial do escultor nas cidades do Porto (346 obras) e Gaia (11 obras) e desenvolvida uma metodologia que permitiu a justificação e praticabilidade da problemática apresentada: o porquê de valorizar para conservar. A metodologia foi desenvolvida através de: i) entrevistas, ii) inventários, que permitiram agrupar as obras do escultor em tipologias e categorias e, iii) levantamento do estado de conservação de obras selecionadas. Partindo dos resultados obtidos, foi definida uma proposta de valorização para a conservação das obras do “escultor da cidade do Porto”, sendo que a maioria dos grandes monumentos e estátuas da cidade do Porto são da autoria de Henrique Moreira, assente em três pilares: memória, sustentabilidade e emoção. Os resultados obtidos com esta investigação reforçam a necessidade da definição de uma estratégia de turismo cultural, a curto prazo, conjugada com uma linha de educação patrimonial dedicada a aproximar as várias faixas etárias ao património cultural, associado ao escultor Henrique Moreira. Como fonte inesgotável de aprendizagem, este património possibilitará uma constante interação da comunidade com as empresas municipais, empresas privadas e com todo o meio natural envolvente indissociável desse mesmo património, bem como a integração e adaptação da metodologia desenvolvida a outros autores ou contextos geográficos.