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As representações das conquistas cristãs: Lisboa (1147) e Silves (1189)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Afonso Henriques conquistou Lisboa, em 1147, com o auxílio de cruzados vindos do Norte da Europa e que passavam pela costa portuguesa, rumo ao Oriente e à Terra Santa, integrados no movimento da II Cruzada. Sancho I, em 1189, igualmente com o apoio de forças militares, agora da III Cruzada, tomou a cidade de Silves. Destas duas conquistas chegaram até nós duas narrativas, produzidas por estrangeiros que nelas participaram. Próximas dos acontecimentos que relatam, constituem preciosos testemunhos sobre os cercos, as estratégias militares, o armamento, e sobre os seus intervenientes como os muçulmanos, os cruzados, os portugueses, as Ordens Militares, a hoste régia, os monarcas. Os textos revelam-nos as ideologias que enquadravam as acções destes homens, porque não havia apenas uma razão ou uma justificação para a conquista territorial de uma cidade ou para a guerra que se fazia ao inimigo da fé, o muçulmano, em terras peninsulares. Havia várias, e estas narrativas dão-nos conta disso.
Autores principais:Azevedo, Ana Isabel Vale-Viga de
Assunto:Reconquista Cruzada Guerra santa Guerra justa Lisboa Silves
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Algarve
Idioma:português
Origem:Sapientia - Universidade do Algarve
Descrição
Resumo:Afonso Henriques conquistou Lisboa, em 1147, com o auxílio de cruzados vindos do Norte da Europa e que passavam pela costa portuguesa, rumo ao Oriente e à Terra Santa, integrados no movimento da II Cruzada. Sancho I, em 1189, igualmente com o apoio de forças militares, agora da III Cruzada, tomou a cidade de Silves. Destas duas conquistas chegaram até nós duas narrativas, produzidas por estrangeiros que nelas participaram. Próximas dos acontecimentos que relatam, constituem preciosos testemunhos sobre os cercos, as estratégias militares, o armamento, e sobre os seus intervenientes como os muçulmanos, os cruzados, os portugueses, as Ordens Militares, a hoste régia, os monarcas. Os textos revelam-nos as ideologias que enquadravam as acções destes homens, porque não havia apenas uma razão ou uma justificação para a conquista territorial de uma cidade ou para a guerra que se fazia ao inimigo da fé, o muçulmano, em terras peninsulares. Havia várias, e estas narrativas dão-nos conta disso.