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Eu, não robot

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este relatório trata de uma pesquisa artística que se refere à relação Homem-Máquina, tema que explorei através de pesquisa literária e prática. Sendo a performance art o medium para traduzir as minhas ideias dentro do campo da arte, relatarei a evolução histórica desta disciplina, sublinhando as partes que dizem respeito ao trabalho. A presença da linguagem teatral neste projeto deve-se à influência desta no meu percurso artístico, o que me fez refletir sobre a fronteira entre performance art e teatro. Esta fronteira e as suas questões inerentes permanecem visíveis no meu trabalho, influenciando a minha técnica e as minhas interrogações. O resultado deste projeto de mestrado remete para um exercício de performance art, que explora os movimentos do corpo orgânico e mecânico. No desenvolvimento deste trabalho, fui influenciado pelo universo da tecnologia e pela conceção de corpos híbridos, deparando-me com inquietações que me guiaram ao longo do projeto: onde termina o Homem e onde começa a máquina? Qual o significado de um corpo sem alma? Não estará o nosso cérebro a tornar-se obsoleto com a inteligência artificial?
Autores principais:Gomes, Carlos Fernando Faustino
Assunto:Homem Máquina Tecnologia Perfomance Corpo Ficção
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Algarve
Idioma:português
Origem:Sapientia - Universidade do Algarve
Descrição
Resumo:Este relatório trata de uma pesquisa artística que se refere à relação Homem-Máquina, tema que explorei através de pesquisa literária e prática. Sendo a performance art o medium para traduzir as minhas ideias dentro do campo da arte, relatarei a evolução histórica desta disciplina, sublinhando as partes que dizem respeito ao trabalho. A presença da linguagem teatral neste projeto deve-se à influência desta no meu percurso artístico, o que me fez refletir sobre a fronteira entre performance art e teatro. Esta fronteira e as suas questões inerentes permanecem visíveis no meu trabalho, influenciando a minha técnica e as minhas interrogações. O resultado deste projeto de mestrado remete para um exercício de performance art, que explora os movimentos do corpo orgânico e mecânico. No desenvolvimento deste trabalho, fui influenciado pelo universo da tecnologia e pela conceção de corpos híbridos, deparando-me com inquietações que me guiaram ao longo do projeto: onde termina o Homem e onde começa a máquina? Qual o significado de um corpo sem alma? Não estará o nosso cérebro a tornar-se obsoleto com a inteligência artificial?