Publicação
Viver (brevemente) para a política: independência partidária e durabilidade da elite governativa portuguesa.
| Resumo: | Resumo Este artigo avalia a influência do perfil partidário na duração da elite governativa portuguesa entre 1995 e 2015. Para o efeito, através de uma análise de sobrevivência, foram considerados os ministros e secretários de Estado de sete governos. Conclui-se que, embora o perfil partidário não influencie a durabilidade dos ministros, os secretários de Estado independentes têm menor probabilidade de permanecer no cargo até ao final do mandato. Adicionalmente, o efeito do perfil partidário na sobrevivência dos secretários de Estado no governo é maior entre as mulheres, bem como entre os que têm 41-50 anos. |
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| Autores principais: | Duarte,Mariana Carmo |
| Outros Autores: | Silveira,Pedro |
| Assunto: | independência partidária governo elites políticas elite governativa |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo Este artigo avalia a influência do perfil partidário na duração da elite governativa portuguesa entre 1995 e 2015. Para o efeito, através de uma análise de sobrevivência, foram considerados os ministros e secretários de Estado de sete governos. Conclui-se que, embora o perfil partidário não influencie a durabilidade dos ministros, os secretários de Estado independentes têm menor probabilidade de permanecer no cargo até ao final do mandato. Adicionalmente, o efeito do perfil partidário na sobrevivência dos secretários de Estado no governo é maior entre as mulheres, bem como entre os que têm 41-50 anos. |
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