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NOVAS ABORDAGENS NO TRATAMENTO DA OBESIDADE
| Resumo: | RESUMO A obesidade é uma doença crónica e prevalente caracterizada pelo excesso de tecido adiposo. Além das repercussões na qualidade de vida, aumenta o risco de agravamento e desenvolvimento de várias outras patologias. Assim, torna-se imprescindível a adoção de um tratamento eficaz com uma abordagem multifatorial. A primeira intervenção no tratamento da obesidade envolve medidas não farmacológicas. Porém, quando não são alcançados resultados satisfatórios é necessária a introdução da terapêutica farmacológica, avaliando o risco-benefício do fármaco em função do doente. O número de fármacos disponíveis atualmente para o tratamento desta patologia é escasso, mas começam a ser aprovadas algumas alternativas eficazes, não deixando de ser crucial a investigação e desenvolvimento de novas moléculas que promovam inovação nesta área terapêutica. O conhecimento da ação destes fármacos pelos profissionais de saúde não médicos, nomeadamente, pelos nutricionistas é fundamental para o sucesso da abordagem multidisciplinar ao doente, pelo que se apresenta uma revisão desses mesmos fármacos, os seus mecanismos e os cuidados a considerar sobre a forma de árvore de decisão. |
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| Autores principais: | Silva,Ana Patrícia |
| Outros Autores: | Campos,Maria João; Pena,Angelina |
| Assunto: | Fármacos Obesidade Perda de peso Tratamento farmacológico |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | RESUMO A obesidade é uma doença crónica e prevalente caracterizada pelo excesso de tecido adiposo. Além das repercussões na qualidade de vida, aumenta o risco de agravamento e desenvolvimento de várias outras patologias. Assim, torna-se imprescindível a adoção de um tratamento eficaz com uma abordagem multifatorial. A primeira intervenção no tratamento da obesidade envolve medidas não farmacológicas. Porém, quando não são alcançados resultados satisfatórios é necessária a introdução da terapêutica farmacológica, avaliando o risco-benefício do fármaco em função do doente. O número de fármacos disponíveis atualmente para o tratamento desta patologia é escasso, mas começam a ser aprovadas algumas alternativas eficazes, não deixando de ser crucial a investigação e desenvolvimento de novas moléculas que promovam inovação nesta área terapêutica. O conhecimento da ação destes fármacos pelos profissionais de saúde não médicos, nomeadamente, pelos nutricionistas é fundamental para o sucesso da abordagem multidisciplinar ao doente, pelo que se apresenta uma revisão desses mesmos fármacos, os seus mecanismos e os cuidados a considerar sobre a forma de árvore de decisão. |
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