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Adaptação dos adolescentes com cancro na fase de tratamento: uma revisão da literatura
| Resumo: | O cancro na adolescência é uma experiência especialmente crítica. Os adolescentes com cancro têm de enfrentar as exigências do confronto com a ameaça vital e o sofrimento relacionados com a doença e os tratamentos, em simultâneo com os desafios e as condições desenvolvimentais próprios da sua fase etária. Com o propósito central de conhecer como se caracteriza e se processa a adaptação dos adolescentes com cancro durante o tratamento, realizámos uma revisão sistemática da literatura empírica indexada em bases de dados online. Foram analisados 15 artigos publicados desde o ano 2000. Dos resultados, salienta-se alguma consistência entre as evidências empíricas geradas, nomeadamente acerca dos mecanismos de confronto e de ajustamento e sobre as respostas adaptativas comuns nesta população. São enunciadas novas perspetivas e evocados outros fenómenos a necessitarem de mais investigação, em particular centrada no processo de adaptação, enquanto transição pessoal. São ainda deduzidas algumas implicações para a prática de enfermagem. |
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| Autores principais: | Gameiro,Manuel G. H. |
| Assunto: | adolescente adaptação coping cancro |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | O cancro na adolescência é uma experiência especialmente crítica. Os adolescentes com cancro têm de enfrentar as exigências do confronto com a ameaça vital e o sofrimento relacionados com a doença e os tratamentos, em simultâneo com os desafios e as condições desenvolvimentais próprios da sua fase etária. Com o propósito central de conhecer como se caracteriza e se processa a adaptação dos adolescentes com cancro durante o tratamento, realizámos uma revisão sistemática da literatura empírica indexada em bases de dados online. Foram analisados 15 artigos publicados desde o ano 2000. Dos resultados, salienta-se alguma consistência entre as evidências empíricas geradas, nomeadamente acerca dos mecanismos de confronto e de ajustamento e sobre as respostas adaptativas comuns nesta população. São enunciadas novas perspetivas e evocados outros fenómenos a necessitarem de mais investigação, em particular centrada no processo de adaptação, enquanto transição pessoal. São ainda deduzidas algumas implicações para a prática de enfermagem. |
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