Publicação
Ema c’est moi! - Écriture féminine no romance de Maria Teresa Horta
| Resumo: | Resumo O presente ensaio crítico pretende explorar a questão da écriture féminine a partir do romance Ema, de Maria Teresa Horta. Assumindo uma matriz epistemológica feminista, abordo a questão entre sujeito-texto-corporalidade, dialogando com pressupostos teóricos de Luce Irigaray e Hélène Cixous. Neste contexto, proponho uma releitura de Ema assente na dialética entre a autopoiese da personagem principal e as quatro estratégias de agenciamento e criação ontológica embasadas no corpo identificadas: resgate do eu e mimese; autoerotismo; relação especular com a mãe e, por fim, maternidade. |
|---|---|
| Autores principais: | Matos,Sílvia Lazary de |
| Assunto: | Écriture féminine autopoiese Maria Teresa Horta Ema |
| Ano: | 2025 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Fundação para a Ciência e Tecnologia |
| Idioma: | português |
| Origem: | SciELO Portugal |
| Resumo: | Resumo O presente ensaio crítico pretende explorar a questão da écriture féminine a partir do romance Ema, de Maria Teresa Horta. Assumindo uma matriz epistemológica feminista, abordo a questão entre sujeito-texto-corporalidade, dialogando com pressupostos teóricos de Luce Irigaray e Hélène Cixous. Neste contexto, proponho uma releitura de Ema assente na dialética entre a autopoiese da personagem principal e as quatro estratégias de agenciamento e criação ontológica embasadas no corpo identificadas: resgate do eu e mimese; autoerotismo; relação especular com a mãe e, por fim, maternidade. |
|---|