Publicação

“Mudando para o time”: a dimensão coletiva no trabalho de atletas de vôlei de praia

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Pensar a dimensão coletiva no esporte apenas como divisão de funções entre os atletas dentro de uma equipe pode esconder todos os debates e dramáticas vividos nesta atividade de trabalho. Deste modo, neste artigo, pretendemos analisar como atletas autônomos de vôlei de praia gerenciam suas vidas profissionais na busca de parceiros para formar uma dupla em que seja possível “jogar junto”, mesmo quando a organização do trabalho neste esporte é extremamente competitiva e exige uma alta rotatividade entre seus componentes. A partir das contribuições da Ergologia, da Ergonomia da Atividade e da Clínica da Atividade, pressupomos que para um atleta formar uma dupla, montar um “time”, é necessário que eles coloquem em sinergia suas competências esportivas e, principalmente, tenham condições de construir referenciais cognitivos e valores comuns que possibilitem a comunicação e cooperação no desenvolvimento do trabalho.
Autores principais:Borba,Louise
Outros Autores:Muniz,Hélder Pordeus
Assunto:Dimensão coletiva do trabalho Trabalho do atleta Psicologia do trabalho e esporte Ergonomia e esporte Vôlei de praia
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Fundação para a Ciência e Tecnologia
Idioma:português
Origem:SciELO Portugal
Descrição
Resumo:Pensar a dimensão coletiva no esporte apenas como divisão de funções entre os atletas dentro de uma equipe pode esconder todos os debates e dramáticas vividos nesta atividade de trabalho. Deste modo, neste artigo, pretendemos analisar como atletas autônomos de vôlei de praia gerenciam suas vidas profissionais na busca de parceiros para formar uma dupla em que seja possível “jogar junto”, mesmo quando a organização do trabalho neste esporte é extremamente competitiva e exige uma alta rotatividade entre seus componentes. A partir das contribuições da Ergologia, da Ergonomia da Atividade e da Clínica da Atividade, pressupomos que para um atleta formar uma dupla, montar um “time”, é necessário que eles coloquem em sinergia suas competências esportivas e, principalmente, tenham condições de construir referenciais cognitivos e valores comuns que possibilitem a comunicação e cooperação no desenvolvimento do trabalho.